Após uma chegada promissora ao mercado, a fabricante de produtos eletrônicos Xiaomi busca retomar o caminho o rumo certo para o sucesso. Após período de restruturação em 2016, a companhia chinesa almeja vendas em 2017 de mais de US$ 14,5 bilhões.
A projeção é do presidente-executivo Lei Jun, conforme informado pela agência de notícias Reuters. “O pior já passou”, disse Lei em uma reunião anual em Pequim.
Após ter sido considerada até mesmo a startup mais valiosa do mundo e almejar fazer frente a Apple, a Xiaomi tropeçou no próprio crescimento e deixou o ranking das cinco maiores fabricantes de smartphones em 2016. Ela chegou a alcançar o segundo lugar em 2015.
A empresa afirma que fez ajustes em diversas áreas de negócios, que visam aumentar a presença com lojas físicas e avançar em negócios no exterior. Os planos são abrir cerca de 200 novas Mi Home (hoje são 54), além de mais de mil lojas ao longo dos próximos três anos.
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