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Android KitKat é mais estável que iOS, diz estudo

Dois fatores determinam o sucesso ou fracasso de um aplicativo: o tempo de atividade e capacidade de resposta. Infelizmente, para os desenvolvedores, alguns desses fatores estão completamente fora de controle. E para ganhar tração com usuários, eles precisam certificar que seus aplicativos tem queda de apenas 1% no tempo de atividade e gaste 1 segundo ou menos para responder a um comando de entrada. O quão difícil é alcançar isso? De acordo com um estudo divulgado recentemente, não é uma tarefa fácil.

A Crittercism, empresa que mede a performance de aplicações móveis, publicou seu “Relatório de benchmark de experiência móvel”, que mede a performance de aplicações em vários dispositivos, sistemas operacionais e redes em todo o mundo. De acordo com o estudo, existem 2.582 dispositivos, 106 sistemas operacionais diferentes e 691 operadores de rede que os desenvolvedores precisam considerar. Juntos, eles criam um escalonamento 100 milhões de combinações possíveis. A empresa, então, examinou dados de seus 1 bilhão de usuários ativos mensais e dezenas de milhares de aplicativos para encontrar os pontos fracos. E os resultados foram surpreendentes.

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Como os diversos sistemas operacionais foram avaliados? De acordo com dados da Crittercism, o sistema operacional Android 2.3 Gingerbread, do Google, tem a maior taxa de falha no tempo total de atividade, alcançando 1,7%. É mais do que o dobro da propensão a falhas apresentadas pelas versões Ice Cream Sandwich, Jelly Bean e KitKat do sistema operacional do Google, que têm taxas de falha de 0,7%.

Estes três últimos sistemas são mais estáveis ??do que o iOS da Apple. Segundo a pesquisa, a versão do iOS com melhor desempenho é a mais recente, o iOS 7.1, que tem uma taxa de falha de 1,6%. Ele oferece desempenho melhor que o iOS 7.0 (2,1%), e iOS 5 (2,5%).

A Crittercism afirma que as versões de smartphones desses sistemas operacionais são muito mais estáveis ??do que nos tablets, já que os aplicativos nestes dispositivos são muito mais propensos a falhas. O iPhone 5 é o dispositivo da Apple mais estável, enquanto a Samsung possui os dispositivos Android mais estáveis, indica o estudo.

Com uma taxa de falha de 4,4%, os jogos são os aplicativos com maior probabilidade de apresentar problemas. O uso intenso de gráficos, vídeo e áudio automaticamente aumenta a instabilidade de um aplicativo e, por isso, os games podem ser motivo de dor de cabeça para os usuários. Os app de e-commerce, por outro lado, são os mais estáveis, apresentando uma taxa de falhas de apenas 0,4%. Esta é uma boa notícia, já que seu tempo de inatividade é mais caro para as empresas que os desenvolvem.

A geografia também desempenha um papel no sucesso de um aplicativo, graças à capacidade de resposta das redes em várias regiões. A Crittercism definiu os Estados Unidos como o ponto de referência para medir o tempo de resposta. Assim, um aplicativo que leva um segundo para responder na rede dos EUA levaria 0,8 segundo de tempo de resposta no Canadá e 0,9 segundos no Japão.

Estas são as duas únicas regiões que superaram os EUA em tempos de resposta de aplicativo na rede. A performance na rede da China, Austrália e Europa também é rápida, com tempos de resposta rede relativos a 1,1s, 1,2s e 1,2 vezes a taxa dos EUA. Os tempos de resposta começam a aumentar no Oriente Médio, Sudeste Asiático e África, cerca de 1,5, 1,6 e 1,9 vezes, respectivamente, em comparação com os EUA. Onde é o pior tempo de resposta? Na Índia, com tempo 2,1 vezes maior que o visto nos EUA.

A Crittercism concluiu que 47% dos aplicativos não possuem um tempo de atividade competitivo. Isso significa que quase metade de todos os aplicativos falham mais do que 1% das vezes quando estão sendo usados. Um terço dos aplicativos apresenta uma taxa de falhas de mais de 2%. Esses problemas representam uma perda de receita móvel para as empresas que monetizam seus aplicativos por meio de publicidade e outros métodos.

Dois fatores determinam o sucesso ou fracasso de um aplicativo: o tempo de atividade e capacidade de resposta. Infelizmente, para os desenvolvedores, alguns desses fatores estão completamente fora de controle. E para ganhar tração com usuários, eles precisam certificar que seus aplicativos tem queda de apenas 1% no tempo de atividade e gaste 1 segundo ou menos para responder a um comando de entrada. O quão difícil é alcançar isso? De acordo com um estudo divulgado recentemente, não é uma tarefa fácil.

A Crittercism, empresa que mede a performance de aplicações móveis, publicou seu “Relatório de benchmark de experiência móvel”, que mede a performance de aplicações em vários dispositivos, sistemas operacionais e redes em todo o mundo. De acordo com o estudo, existem 2.582 dispositivos, 106 sistemas operacionais diferentes e 691 operadores de rede que os desenvolvedores precisam considerar. Juntos, eles criam um escalonamento 100 milhões de combinações possíveis. A empresa, então, examinou dados de seus 1 bilhão de usuários ativos mensais e dezenas de milhares de aplicativos para encontrar os pontos fracos. E os resultados foram surpreendentes.

Como os diversos sistemas operacionais foram avaliados? De acordo com dados da Crittercism, o sistema operacional Android 2.3 Gingerbread, do Google, tem a maior taxa de falha no tempo total de atividade, alcançando 1,7%. É mais do que o dobro da propensão a falhas apresentadas pelas versões Ice Cream Sandwich, Jelly Bean e KitKat do sistema operacional do Google, que têm taxas de falha de 0,7%.

Estes três últimos sistemas são mais estáveis ??do que o iOS da Apple. Segundo a pesquisa, a versão do iOS com melhor desempenho é a mais recente, o iOS 7.1, que tem uma taxa de falha de 1,6%. Ele oferece desempenho melhor que o iOS 7.0 (2,1%), e iOS 5 (2,5%).

A Crittercism afirma que as versões de smartphones desses sistemas operacionais são muito mais estáveis ??do que nos tablets, já que os aplicativos nestes dispositivos são muito mais propensos a falhas. O iPhone 5 é o dispositivo da Apple mais estável, enquanto a Samsung possui os dispositivos Android mais estáveis, indica o estudo.

Com uma taxa de falha de 4,4%, os jogos são os aplicativos com maior probabilidade de apresentar problemas. O uso intenso de gráficos, vídeo e áudio automaticamente aumenta a instabilidade de um aplicativo e, por isso, os games podem ser motivo de dor de cabeça para os usuários. Os app de e-commerce, por outro lado, são os mais estáveis, apresentando uma taxa de falhas de apenas 0,4%. Esta é uma boa notícia, já que seu tempo de inatividade é mais caro para as empresas que os desenvolvem.

A geografia também desempenha um papel no sucesso de um aplicativo, graças à capacidade de resposta das redes em várias regiões. A Crittercism definiu os Estados Unidos como o ponto de referência para medir o tempo de resposta. Assim, um aplicativo que leva um segundo para responder na rede dos EUA levaria 0,8 segundo de tempo de resposta no Canadá e 0,9 segundos no Japão.

Estas são as duas únicas regiões que superaram os EUA em tempos de resposta de aplicativo na rede. A performance na rede da China, Austrália e Europa também é rápida, com tempos de resposta rede relativos a 1,1s, 1,2s e 1,2 vezes a taxa dos EUA. Os tempos de resposta começam a aumentar no Oriente Médio, Sudeste Asiático e África, cerca de 1,5, 1,6 e 1,9 vezes, respectivamente, em comparação com os EUA. Onde é o pior tempo de resposta? Na Índia, com tempo 2,1 vezes maior que o visto nos EUA.

A Crittercism concluiu que 47% dos aplicativos não possuem um tempo de atividade competitivo. Isso significa que quase metade de todos os aplicativos falham mais do que 1% das vezes quando estão sendo usados. Um terço dos aplicativos apresenta uma taxa de falhas de mais de 2%. Esses problemas representam uma perda de receita móvel para as empresas que monetizam seus aplicativos por meio de publicidade e outros métodos.

 

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Editorial IT Forum 365
12 anos ago

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