Ou seja, enquanto o governo não leiloar a freqüência destinada à terceira geração, as operadoras não progridem na implementação do 3G – e nem os fabricantes investem em desenvolvimento de aparelhos sem a definição do espectro.
Rojas acredita que a América Latina não contará com 3G neste ano. “A terceira geração pode acontecer na AL em 2007. E o Brasil terá regras mais claras antes de terminar este ano.”
Em entrevista ao IT Web, o colombiano revelou que pequenas operadoras no Uruguai e no Brasil estão fazendo testes com UMTS (sistema universal de telecomunicações móveis), tecnologia 3G para GSM utilizada por 50 milhões de clientes. No entanto, segundo a associação, o padrão Edge está mais difundido, sendo adotado em 14 países e por 22 operadoras nesta região.
Lançada nos Estados Unidos há cerca de 1,5 ano, a UMTS e a ainda mais avançada tecnologia HSDPA (acesso via pacote com downlink em alta velocidade) estão rapidamente se transformando no padrão industrial global para entregar serviços de voz e dados 3G, de acordo com análise da 3G Américas. “Por isto, é capaz que as operadoras brasileiras optem por tecnologias mais atuais quando adotarem o 3G”, adiantou Rojas.
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