A porta-voz da Amazon disse que, por enquanto, a empresa não está cobrando qualquer taxa para as companhias que queiram colocar seus catálogos de produtos em seu site. Ela não adiantou se esses são os planos da Amazon.
No passado, a companhia chegou a garantir um faturamento significativo a partir da cobrança de revendedores pelo acesso aos cerca e 29 milhões de clientes da empresa Web. A própria Drugstore, outra grande iniciativa Web, já teve seus produtos anunciados na Amazon. Estes acordos costumam oferecer uma margem de lucro até maior do que a venda de espaço feita pela própria empresa já que, neste caso, os custos da companhia “hospedeira” do catálogo relativamente pequenos.
Com o novo serviço de catálogos eletrônicos, a Amazon dividiu sua área de catálogos em oito categorias: Artes, Pet Shop, Suprimentos industriais, Suprimentos Médicos, Suprimentos Científicos, Estilo de Vida, Peças para Automóveis e Móveis.
A Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Finatec anunciaram a criação do Hub de Inovação…
A inteligência artificial (IA) não tornará os trabalhadores obsoletos nem provocará uma substituição em massa…
América Latina e Caribe formalizaram, nesta quinta‑feira (18), a criação de um bloco regional para…
A Ford está expandindo sua atuação além do mercado automotivo e aposta em tecnologias de…
O mercado de trabalho segue com diversas oportunidades dentro do setor de Tecnologia, com vagas…
O governo da Índia e o Telegram travaram uma disputa regulatória nas semanas que antecederam…