“Assim como vendemos soluções CDMA e TDMA para todas as teles brasileiras, queremos a liderança no mercado de GSM com as bandas C, D e E”, adianta o gerente de marketing da Agilent, Dario Akao. Segundo o executivo, o mercado de telecomunicações é responsável por 60% do faturamento da Agilent, que registrou US$ 10 bilhões no ano fiscal 2000.
As principais ferramentas da empresa são instrumentos que detectam as “zonas de sombra” (regiões onde os celulares não funcionam), interferências entre operadoras e Estações Rádio Base (ERB), softwares e hardwares para planejamento de freqüência e sistemas de otimização da rede.
“Nossos sistemas são capazes de planejar quantas ERBs são necessárias em cada área de atuação, qual o espectro que alcançam e como otimizar o tempo para a construção delas. Isto é fundamental para quem está chegando ao mercado”, completa Akao referindo-se às operadoras que ganharem os leilões do SMP.
O executivo afirma que as soluções GSM e GPRS da Agilent serão importadas da Europa, Estados Unidos e Japão. “Não existe sentido em construir uma fábrica no Brasil porque os produtos não são vendidos em larga escala, eles só precisam ser trocados quando há mudanças tecnológicas”, conclui.
A Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Finatec anunciaram a criação do Hub de Inovação…
A inteligência artificial (IA) não tornará os trabalhadores obsoletos nem provocará uma substituição em massa…
América Latina e Caribe formalizaram, nesta quinta‑feira (18), a criação de um bloco regional para…
A Ford está expandindo sua atuação além do mercado automotivo e aposta em tecnologias de…
O mercado de trabalho segue com diversas oportunidades dentro do setor de Tecnologia, com vagas…
O governo da Índia e o Telegram travaram uma disputa regulatória nas semanas que antecederam…