Qual é o papel da IA generativa na segurança cibernética? Para 92% dos profissionais de segurança entrevistados por um estudo da Check Point, a aprendizagem de máquina melhora a eficácia e a eficiência das tecnologias de cibersegurança e tem potencial para ser um grande aliado dos CISOs e outros executivos de tecnologia.
A pesquisa prevê que até o fim de 2024, a IA generativa influenciará decisões de compra de cibersegurança de mais de 60% das organizações.
O estudo da Check Point divulgado essa semana, e feito em colaboração com a Enterprise Strategy Group (ESG) da TechTarget, ouviu profissionais de TI e de cibersegurança de organizações dos setores público e privado na América do Norte em novembro de 2023. Os respondentes estão envolvidos em suporte e segurança, além do uso de IA generativa.
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A principal conclusão do estudo é de que a IA generativa já é presente e será onipresente nas organizações até ao fim de 2024.
Os entrevistados apontaram áreas em que acreditam que a IA generativa é mais promissora para a segurança cibernética. As cinco primeiras são as seguintes:
Enquanto 87% dos profissionais de segurança reconheceram o potencial da IA generativa para aprimorar defesas de cibersegurança, o estudo também detectou cautela. Isso porque eles entendem que a IA generativa também pode ser usada por adversários para orquestrar ataques cibernéticos mais sofisticados.
Três em quatro (75%) das empresas dizem já estar desenvolvendo políticas de uso de IA generativa em cibersegurança. Esta abordagem indica, segundo a Check Point, mudanças na integração da tecnologia na área, buscando garantir aplicação eficaz e responsável.
80% das equipes de segurança entrevistadas esperam que a IA generativa melhore significativamente a eficiência operacional. Além disso, 65% esperam que aprimore os tempos de resposta a ameaças, destacando o potencial da tecnologia não apenas para aumentar, mas também acelerar ativamente fluxos de trabalho.
Aproximadamente 70% dos entrevistados disseram que há desafios para integrar IA generativa nas infraestruturas de segurança, enquanto 60% ressaltaram os riscos associados a potenciais preconceitos e considerações éticas.
O estudo pode ser baixado na íntegra (em inglês, formato PDF) nesse link.
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