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5 dicas de programação para melhorar o ranqueamento do e-commerce

5 dicas de programação para melhorar o ranqueamento do e-commerce

O posicionamento do seu comércio eletrônico no Google pode influenciar diretamente nas vendas. Quando se fala em conteúdo, há uma série de medidas relacionadas a SEO (Search Engine Optimization), ou seja, ações para que a página do seu comércio eletrônico fique no topo entre os resultados de busca. Mas o desenvolvedor web da HostGator – um dos principais provedores de hospedagem de sites e outros serviços relacionados à presença on-line do mundo -, Lucas Pelhon lembra que alguns passos envolvendo programação podem facilitar para que o e-commerce receba uma boa colocação.

Antes de tudo, é preciso ter em mente que SEO precisa fazer parte do planejamento de cada etapa do e-commerce. Por isso, os desenvolvedores precisam ter conhecimento das técnicas envolvendo otimização de sites.

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Quando se fala em SEO, o impacto das alterações pode levar dias e até semanas. É diferente de outros aspectos da programação, em que os impactos são imediatos e um comando pode mudar tudo. No caso do SEO, o resultado de cada busca é determinada por um algoritmo e, como esse mecanismo de hierarquização varia com certa frequência, é importante estar atento aos seguintes fatores, na hora de programar:

  • velocidade do site;
  • estrutura de URLs;
  • consistência de navegação;
  • compatibilidade para mobile;
  • estrutura do html

Levando isso em conta, o desenvolvedor web da HostGator traz cinco dicas principais para melhorar o ranqueamento do e-commerce.

1. Sitemap.xml

Para indicar a hierarquia das páginas internas de um site, use o sitemap. Para o melhor rastreamento, utilize os seguintes comandos:
use para indicar a importância de uma página
use para sugerir a frequência com que a página é modificada
use para sinalizar a data da última alteração

O sitemap.xml precisa ter todas as URLs do site. No caso de um site de e-commerce muito grande, vale a pena automatizar a criação do arquivo – sem esquecer de usar a tag de abertura e fechamento e especificar o namespace.

2. HTTPS

Segurança tem sido uma preocupação constante dos portais. Por isso, o HTTPS é um item indispensável, certificando aos visitantes que estão trafegando em um ambiente seguro. Sites sinalizados como seguros têm taxa de rejeição menor, o que também contribui para o melhor posicionamento nas buscas.

3. Tag de título

Nunca menospreze as tags. Elas são usadas como referência nos resultados dos mecanismos de pesquisa, guias de navegadores de internet, nas redes sociais e nos favoritos. É importante não deixar as tags em branco, respeitando os 70 caracteres, e priorizar palavras-chave, que descrevem a página.

4. Mobile

A boa experiência dos usuários no celular é outro fator que favorece um bom ranqueamento. Para fazer um e-commerce responsivo em equipamentos mobile, a lógica é a mesma de um site tradicional. Mas a navegação do usuário precisa ser considerada e é preciso usar a tag meta viewport, indicando ao navegador as dimensões de ajuste da página, conforme o dispositivo de acesso.

5. Velocidade de carregamento

Como SEO não é uma ciência exata, os fatores de ranqueamento podem mudar. Mas um dos fatores que mais podem contribuir para uma boa colocação no Google é a velocidade de carregamento. Quanto mais rápido o seu e-commerce rodar, em desktop e mobile, maiores as chances de ele aparecer entre os primeiros resultados de busca. Há algumas ferramentas gratuitas que ajudam a calcular a velocidade do portal.

Com essas dicas, o seu comércio eletrônico terá mais visibilidade no Google e, consequentemente, será mais visível para os clientes do seu e-commerce. Mas vale lembrar que, como no SEO tudo muda rápido, é preciso se atualizar sempre sobre o assunto.

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Editorial IT Forum 365
Tags: e-commerceSEO
8 anos ago

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