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No SAS Institute Brasil, o funcionário é o maior ativo

“Se o RH não estiver totalmente ligado aos negócios da empresa, o RH definha”, diz, taxativo, Tato Athanase, gerente de RH para o Cone Sul da SAS Institute Brasil, quando questionado sobre o papel de recursos humanos dentro da companhia no item Contratar.

“Trabalhamos o tempo todo entendendo cada detalhe do nosso negócio para que possamos saber onde buscar e que pessoas contratar e como treina-las para garantir que consigam dar seu melhor”.  Ele lembra que para o SAS o capital intelectual é o maior ativo.

A empresa fez da sua participação no ranking do Great Place to Work® Brasil das Melhores Empresas para Trabalhar em TI e Telecom uma missão abraçada por todo o time. Ao longo dos anos a companhia vem galgando posições e este ano conquistou a quarta posição na lista das dez primeiras, e ganhou o prêmio de destaque não só por saber contratar mas também pela habilidade de celebrar e compartilhar resultados e informações com todos.

No item Compartilhar, a SAS entende que é preciso ter os gestores treinados e acompanhados o tempo todo. “Usamos uma metodologia chamada RoadMap Leadership. A cada 45 dias todos os líderes saem da empresa para discutir o tema da liderança e como praticá-la. E fazemos a cada 45 dias que é para garantir que mesmo os mais novos estarão  compartilhando as idéias e alinhando as melhores práticas. Temos sempre um facilitador ajudando no processo”, diz Athanase.

Comunicação aberta e diálogo contínuo entre funcionários e executivos faz parte da filosofia do SAS.  Por isso, são muitos os canais de comunicação e oportunidades criadas para manter o funcionário informado do direcionamento da empresa e transmitir as estratégias. “Acreditamos que a transparência começa no topo”.

A área de recursos humanos atua diretamente do lado do conselho executivo discutindo como gerir as pessoas e como incentivá-las a navegar pela empresa na vertical e na horizontal. “Entendemos que dar desafios é ter oportunidades de reter pessoas. Isso, aliado a benefícios, acaba gerando o engajamento”, diz Athanase.

E na hora de Celebrar, a companhia é pródiga em premiações e reconhecimentos. A empresa entende que reconhecer os funcionários como indivíduos e premiá-los por suas contribuições aumenta de forma significativa o desempenho da organização como um todo.

Algumas são premiações globais realizadas em todos os escritórios do SAS e outras foram criadas especificamente pelos escritórios regionais e departamentos, que possuem autonomia, verba e liberdade para criar seu próprio programa de reconhecimento, que é feito de acordo com os objetivos do grupo e o tipo de trabalho.

“Estou no SAS desde 2007 e tinha colocado como objetivo ganhar o Extreme Award of Excellence. E ele veio em dobro, dois anos seguidos (2010 e 2011). Quase matei meu pai de orgulho. Sinto que faço parte da empresa e só tenho a agradecer o pessoal que trabalha comigo, me ajuda, e meus gestores que são abertos e estão sempre dispostos a me orientar da melhor forma possível”, diz Nizar Alim Mossabeih, especialista em contratos.

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