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Modernização de Data Center: como a pandemia mudou o mercado de Cloud MSP?

Não podemos negar que o ano de 2020 ficará marcado como o de mudanças drásticas para a rotina das empresas. O distanciamento social e as medidas de isolamento trouxeram um ambiente de home office forçado, alçou o e-commerce como sendo a única alternativa para manutenção das vendas e as videoconferências, que já eram comuns no ambiente corporativo, tornaram-se obrigatórias, bem como o único meio dos alunos terem aulas e não comprometerem totalmente o ano letivo. Tudo isso mostrou como é essencial e como estamos dependentes da digitalização e da tecnologia de nuvem.

O Gartner estima que, até 2022, 60% das infraestruturas corporativas de TI se concentrarão em centros de dados, ao invés dos tradicionais Data Centers. Segundo a consultoria, até 2024, a expectativa é que o mercado global de serviços gerenciados em nuvem atinja US$ 80 bilhões. Grande parte deste investimento é para deixar os dados mais próximos dos usuários, aumentando o desempenho e a escalabilidade. Isso causa, claro, um desafio quanto a segurança das informações mas, no entanto, é uma tendência que cabe às empresas solucionar e o mercado com certeza conseguirá absorver esta demanda crítica.

Antes da pandemia, as prioridades dentro de um plano de Transformação Digital estavam mais concentradas em Edge Computing e Inteligência Artificial. Porém, a mudança radical na rotina trouxe à tona demandas que comportem cenários de rápido crescimento do uso de TI e que atendam as necessidades dos negócios com urgência.

Mesmo na crise, o mercado continua crescendo com muita força. Isso por que são nestes períodos que a tecnologia se mostra a principal aliada para que as companhias tenham fôlego para passar por momentos conturbados. Com a pandemia, as demandas das empresas ficaram mais complexas e elas precisam de mais robustez, confiança, elasticidade, economia e segurança em sua infraestrutura. Foi a Cloud Computing que proporcionou que os colaboradores pudessem trabalhar em suas casas praticamente de um dia para o outro.

As empresas têm demandas críticas de TI e cabe ao Managed Service Provider realizar uma avaliação minuciosa da companhia e do panorama. Assim, fica mais fácil entregar a arquitetura pronta de acordo com a capacidade de uso do cliente e, claro, que tenha um custo que caiba no seu bolso.

*Rogério Soares é diretor de Pré-Vendas e Serviços Profissionais da Quest Software

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