Charney, que também atua como chefe do Departamento de Justiça para crimes de informática, anuncia duas prioridades: rever os sofwares da companhia e trabalhar com clientes para descobrir como proteger as principais áreas de informática norte-americanas, cuja maioria utiliza produtos Microsoft.
Para o executivo, a necessidades de segurança precisam parar de ser encaradas como uma chateação. As declarações de Charney refletem a estratégia da Microsoft que, no início do ano, classificou a segurança como uma das prioridades para 2002.
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