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Metade dos brasileiros comprou computador na pandemia

Com a pandemia, muitos brasileiros passaram a ressignificar o uso de seus computadores em casa. Uma pesquisa realizada pela Kantar, encomendada pela Dell e Intel Brasil, revelou que quase oito em cada dez entrevistados (78,4%) aumentaram o tempo médio de uso dos computadores desde o início da pandemia e acreditam que essa é uma tendência que tende a se manter no pós-pandemia.

O levantamento entrevistou mil pessoas de 18 a 64 anos, de todas as regiões do país, e que possuem um ou mais PCs.

Entre os entrevistados, mais da metade (50,4%) afirma ter comprado um computador desde o início da pandemia, dos quais: 37,2% trocaram o equipamento antigo por um novo; 9% trocaram o PC e ainda compraram um novo (ou mais de um); e 4,2% adquiriram o primeiro computador. O notebook é o modelo preferido, citado por 81% dos entrevistados.

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Sobre os principais usos do PC: 60% ampliaram o tempo nas redes sociais; 58% para estudo; 54% para trabalho; 53% com entretenimento (séries e filmes) e 41% para jogos.

O estudo mostra ainda que 77% dos entrevistados consideram que o computador se tornou o equipamento mais importante para eles após o início da pandemia, à frente dos smartphones, citados por 75%, da TV (40%), dos tablets (24%), consoles games (19%) e rádio (15%).

“A pandemia trouxe uma ressignificação do PC na vida das pessoas, em um mundo cada vez mais digital e conectado. Ter um computador e acessórios adequados tornou-se ainda mais fundamental para garantir produtividade no trabalho e a melhor experiência para lazer e entretenimento”, afirma Diego Puerta, presidente da Dell Technologies no Brasil.

Ao buscar um computador para trabalhar, 53% dos brasileiros consideram que o desempenho é o principal fator de escolha do equipamento, seguido por preço (31%), a marca (14%) e segurança (7%). Já o peso do notebook foi apontado como primordial para apenas 4% dos entrevistados que na escolha por um computador para trabalhar, assim como design e serviço de assistência técnica foram considerados menos importantes na decisão de compra, com apenas 3% cada.

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