O Gartner aponta que ainda existem vestígios da turbulência econômica trazida com o enrosco do subprime norte-americano nos investimentos globais em serviços de TI. A consultoria estima expansão anual composta de?apenas?3,8% entre 2009 e 2015 (praticamente metade do ritmo da ordem de 6,3% verificados entre 2001 e 2008). Esse mercado chegará a 856 bilhões de dólares ao final de três anos.
O cenário se mostra mais otimista na América Latina e, especialmente, Brasil. Enquanto a região deve saltar de um mercado de 34 bilhões, este ano, para 45 bilhões de dólares, em 2015; o País saltará de 12,2 bilhões para 19,7 bilhões de dólares no mesmo período, puxado por movimentos dos setores financeiro, manufatura, comunicação e governo.
Allie Young, vice-presidente de pesquisa do Gartner, acredita que o desempenho acima da média global verificado no mercado brasileiro tem relação com questões que vão desde o bom momento econômico vivenciado pelo País, passando pela chegada de novos provedores e tecnologias, até evolução de práticas de serviços de TI e CIOs deixando atributos técnicos aos parceiros para focarem em aspectos de negócio.
Em 2011, a consultoria estabeleceu um ranking estabelecendo os líderes do mercado nacional de serviços de TI. A IBM encabeça a lista, com 8% de participação, seguida por Atento (8%), Accenture (5%), Tivit (5%), CPM Braxis Capgemini (5%), HP (4%) e Stefanini (3%).
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