Por razões que não vêm ao caso, de repente percebi que dispunha de boa parte do necessário para montar a máquina dos meus sonhos justamente às vésperas de uma viagem ao exterior durante a qual, quem sabe, eu poderia comprar o que faltava.
[singlepic id=3049 w=320 h=240 float=]
É claro que quando se viaja a trabalho, sempre se consegue uma oportunidade aqui e ali de ir-se às compras. O problema é que como há trabalho a ser feito, o tempo é escasso e não dá para escolher muito onde comprar. E, quando lá se chega, fica-se restrito a comprar o que se encontra, o que nem sempre corresponde exatamente ao que se deseja ou se precisa. E uma máquina dos sonhos não se monta assim.
Resolvi, então, tentar algo que já tinha cogitado, mas sempre me faltou oportunidade.
Antes de partir, dediquei um tempo considerável a pesquisas na Internet. Primeiro, para estudar as opções disponíveis e decidir exatamente o que eu precisava para “casar” com aquilo que eu já dispunha. Feita a lista, nova pesquisa indicou onde eu poderia achar, no meu destino de viagem, cada item selecionado e a que preço. O que tornou possível dividir a lista de compras em dois grupos: o primeiro, composto pelos artigos que, sem dúvida, eram exatamente o que eu desejava sem precisar de informações adicionais e o segundo constituído por alguns itens que mereciam um exame mais acurado, de preferência com o objeto nas mãos. Como o tempo que eu disporia para isto seria restrito, já que minha permanência no exterior (mais especificamente em Nova Iorque) nem chegava a um final de semana, este grupo foi o mais reduzido.
Os itens do primeiro grupo foram comprados pela Internet e enviados diretamente para o hotel, adrede reservado e pago, onde ficaram a minha espera. Há quem recorra a este alvitre corriqueiramente. Eu o fiz pela primeira vez e fui bem sucedido. Mas só aconselho fazer se cumpridas algumas condições básicas. A primeira é que se tenha certeza absoluta que não haverá mudanças de acomodação de última hora (o que pode ocorrer quando não é você que cuida das reservas e do pagamento dos hotéis, como acontece em grande parte das viagens de trabalho). A segunda é que você esteja absolutamente certo que, salvo inevitáveis imprevistos de viagem, chegará ao local para onde foi enviada a encomenda na data aprazada. A terceira, naturalmente, é confiar na empresa onde a compra é feita, de preferência recorrendo àquelas mais conhecidas e com nome estabelecido na praça. E a última é efetuar a compra com a devida antecedência, já que um atraso na entrega pode se catastrófico (no meu caso, quando eu saí do Brasil, a entrega já havia sido feita, confirmada por uma mensagem de correio eletrônico da empresa e verificada com um telefonema meu diretamente para a recepção do hotel).
Os itens do segundo grupo (discos rígidos, memória e alguns acessórios) foram comprados pessoalmente. Afinal, para quem gosta de tecnologia e tem algum conhecimento de hardware, é sempre um prazer “fuçar” o estoque de uma grande loja especializada.
O empreendedor brasileiro já convive com a inteligência artificial (IA), mas ainda enfrenta o desafio…
A Natura abriu as inscrições para a edição de 2026 do Natura Innovation Challenge, iniciativa…
O Google Cloud anunciou a ampliação de sua meta de qualificação profissional no Brasil e…
por Eduardo Barros A transformação da inteligência artificial (IA) nos negócios lembra o que aconteceu…
A Comissão Europeia determinou que a Meta reestabeleça o acesso de assistentes de inteligência artificial…
As negociações com as ações da SpaceX têm início nesta quinta-feira, 12, em uma oferta…