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LinkedIn lança ferramenta de testes para validar competências dos usuários

Rede social número 1 quando se fala em vida corporativa, o LinkedIn anunciou um recurso chamado Skills Assessments (ou Avaliação de Competências, em português), que permite aos usuários realizar testes para validar as habilidades assinaladas na área de Competências e Recomendações.

A avaliação, atualmente apenas inglês, segue o formato de múltipla escolha e é preciso acertar pelo menos 70% das questões para ser aprovado. Caso aprovado, o usuário recebe um selo validando seus conhecimentos no tema em questão, que pode ser compartilhado dentro da rede. Se reprovado, é possível refazer a avaliação após 3 meses. O resultado é valido por um ano.

Como fazer

O recurso pode ser acessado diretamente no perfil dos usuários e está localizado entre as áreas de recomendações e certificados. O serviço irá funcionar no mundo todo, mas está sendo liberado aos poucos para os usuários. Se você estiver na lista de pioneiros, a área de Competências e Recomendações vai mostrar um novo botão, chamado “Fazer teste de competência”.

Atualmente, os tópicos que podem ser avaliados são compostos quase que totalmente por linguagens de programação, como Java e C# – a exceção está com os softwares PowerPoint e Excel, da Microsoft, dona do LinkedIn.

Portfólio corp

A nova ferramenta chega para complementar e reforçar o potencial da suite de produtos oferecidas pela empresa. Junto com os testes, por exemplo, a companhia pode oferecer sua vertical de cursos para quem não alcançar a pontuação mínima. Além disso, anunciantes podem realizar segmentações de vagas de acordo com usuários aprovados em determinada competência.

Com seus 650 milhões de perfis, o LinkedIn é de longe a referência dentro do seu setor, mas vem sendo ameaçado por empresas menores, mas que oferecem soluções de recrutamento interessantes. Como a Triplebyte, que é focada no recrutamento de engenheiros e criou uma plataforma com testes bem mais abrangentes.

Credibilidade nas avaliações

E não se pode esquecer dos benefícios que esse lançamento proporciona aos usuários e recrutadores. Segundo o próprio LinkedIn, uma pesquisa realizada pela plataforma identificou que ter as competências verificadas seria mais valioso para 77% dos contratantes do que os dados de formação acadêmica – especialmente para vagas mais técnicas.

O sistema não é perfeito: por ser de múltipla escolha, não é possível avaliar com muita precisa competências mais estratégicas. Porém, já é um bom começo até mesmo para a criação de outros serviços que podem surgir (como novos cursos no LinkedIn Learning) por conta de demandas identificadas. Até o momento, a rede social informou que mais de 2 milhões de testes foram realizadas na versão beta da ferramenta.

* Com informações do TechCrunch

 

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