Keyloggers atacaram 17% das organizações em 2006, diz Websense

Praticamente uma em cada cinco (17%) organizações norte-americanas teve funcionários que lançaram uma ferramenta de hacking ou um keylogger em suas redes. Este é um dos resultados de uma pesquisa anual realizada pela Websense ? e conduzida pela Harris Interactive, que entrevistou executivos de TI e funcionários entre março e abril de 2006. O número é maior que os valores de 2005, quando 12% das organizações foram atingidas. Um keylogger pode ser definido como um dos tipos mais perigosos de spyware, com capacidade para capturar as teclas acionadas e as telas utilizadas para reproduzi-las posteriormente, falsificando uma sessão do usuário. A pesquisa Web@Work 2006 destacou também uma nova ameaça no horizonte ? os bots. Somente 34% dos executivos de TI afirmaram que estão muito ou extremamente confiantes de que podem impedir que essas pragas infectem os PCs de seus funcionários, quando não conectados à rede corporativa. Além disso, 19% dos executivos de TI informaram que já tiveram computadores ou laptops de trabalho de seus funcionários infectados por bot. Um bot (abreviação de robot ou robô) é um software que pode ser instalado em um PC e que se comunica com um centro de comando e controle, tudo isto sem o conhecimento do usuário final. O spyware continua sendo um problema para as empresas: 92% dos executivos de TI pesquisados estimaram que suas organizações foram infectadas por spyware em algum instante, comparados a 93% em 2005.A ameaça de phishing permaneceu relativamente constante nos últimos 12 meses, uma vez que os hackers utilizam novas técnicas de dissimulação para atrair os usuários da internet. Quatro em cada cinco (81%) dos executivos de TI relataram que seus funcionários receberam ataques de phishing por email ou por mensagem instantânea (instant messaging – IM), em relação a 82% em 2005.
