Isso se deve ao fato do Secure Guard ser baseado em análise de protocolo. “Há algum tempo, as invasões começaram a ser híbridas, e não adiantava mais um IDS que detectasse a presença, avisasse o administrador, mas não conseguisse cuidar da situação, causando muitas vezes danos às redes”, explica Marcelo Bezerra, diretor técnico da Internet Security Systems.
Diferente do IDS comum, a nova solução não fica localizada no switch, passivo na rede. “O Guard se localiza no meio do caminho, entre os servidores, por exemplo, onde é capaz de realizar melhor a sua função”, dizLançado há dois anos nos Estados Unidos, o produto hoje é roda apenas no Windows, mas a empresa espera oferecer em breve a ferramenta para sistemas baseados em Linux.
As vendas no Brasil serão feitas através de parceiros, atendendo de forma direta apenas os grande clientes. Atualmente, a América Latina representa 6% do faturamento da empresa – que é de US$ 243,2 milhões -, onde desse total, o Brasil detém 75% do mercado.
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