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Intel e Sony rebatem AMD e confirmam sucesso do ultrabook

Rebatendo a opinião dada por Ronaldo Miranda gerente geral da AMD no Brasil, o responsável pela área de Sony Vaio no Brasil, Glauco Rozner, e engenheiro de aplicações da Intel, Fidel Rios, afirmaram que o ultrabook já é um sucesso. As declarações foram dadas ao IT Web após lançamento de 18 produtos pela fabricante japonesa, na última segunda-feira (02/07), evento do qual também participou a fornecedora de processadores.

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O embate começou na semana passada, quando, durante o lançamento da segunda geração da linha  linha de processadores acelerados (APUs) série A, conhecida como Trinity, no Brasil, Miranda afirmou que são os ultrafinos, e não a categoria de ultrabooks, que dariam certo no mercado.

“Vocês não vão ter um notebooks fininho da concorrente com bateria de oito horas. Impossível. Se durar, vai custar R$ 10 mil.  Só dá para vender por US$ 1 mil fazendo mágica. Nosso bolso não é flexível, nossa população é pobre. Quem define quanto dura uma bateria é a fabricante do equipamento, e não do chip”, alfinetara, afirmando que com uso normal de um computador, a autonomia fica em torno de três horas.  Além disso, o executivo completou que passando de 35 milímetros para 25 milímetros, um notebook tem praticamente o mesmo custo de fabricação – o que não ocorre quando a espessura fica em 19 milímetros.

Claramente que a AMD não endossaria um conceito criado pela sua concorrente. A Intel lançou o termo no ano passado. São várias especificidades, combinadas de acordo com a espessura do dispositivo (de 15 a 18 milímetros, sendo que a opção de 21 milímetros, segundo notícias, seria apenas um notebook fino, e não necessariamente um ultrabook).  A ideia é uma evolução do notebook atual, com bateria que dura de oito a nove horas em uso, conectores USB 3.0, disco de estado sólido (SSD), ThunderBolt, drive ótico e tela de retina.

Segundo Rozner, os modelos criados pela Sony são a prova de que o produto tem extremo potencial. Os modelos Sony Serie T chegaram ao mercado nacional no fim de junho. Com a terceira geração de processadores Intel, o Série T possui tela de 13 polegadas pela 1,6 quilo e tem chassi de alumínio escovado. Ele tem memória híbrida de 320 GB de HD (com HDD Protection) e 32 GB de SSD. Sua memória é de 4 GB e tem até sete horas de autonomia de bateria. Ele vem com 17 milímetros de espessura e todos os tipos de conexões: entradas de leitores de cartão, USB 3.0, entrada HDMI, VGA. O produto custa R$ 3.199, e a versão de 11 polegadas ficou em R$ 2.899.

“O tempo de bateria dos produtos Sony – sete horas – é excelente. E tenho plena convicção que, em termos de precificação, um produto com este design está em um patamar adequado”, completou Rozner.  O executivo concordou, contudo, que o consumo de bateria pode mudar de um usuário para outro, conforme o uso que fizer do aparelho, mas que o tempo é avaliado em laboratórios reais. Ele disse ainda que mesmo sendo mais caro que a média, o produto é um  dos pilares que motiva o crescimento da área de computadores da empresa no Brasil, previsto para avançar 60% neste ano.

Já Rios, da Intel, afirmou que o evento da Sony prova justamente o contrário das declarações da AMD. “São mais de 11 modelos no mercado brasileiro”, pontuou, afirmando, sobre o preço, que a perspectiva é que, assim como todas as tecnologias, os valores caiam com a massificação da oferta dos dispositivos. “Pensamos diferente. Não pensamos que o povo brasileiro é pobre. Ele gosta de tecnologia, de inovação e de status e consegue comprar os produtos se a parcela couber em seu bolso. O ultrabook é uma realidade”, completou.

Saiba mais:

Ultrabooks vão falhar, diz AMD

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