O serviço de 5G tem sido amplamente discutido por membros do setor, principalmente quando o assunto são os desafios enfrentados para a aplicação efetiva da conectividade. E um dos entraves ainda é adaptação e oferta de equipamentos essenciais para que o serviço chegue até o consumidor.
Segundo Humberto Bruno, chefe da assessoria técnica da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), é necessária a construção de “estradas no ar” para que a tecnologia alcance os dispositivos móveis. “Os fabricantes de equipamentos estão se unindo, mas também é preciso ampliar a quantidade de antenas”, destacou Bruno.
A mediadora Ana Paula Lobo, editora do Convergência Digital, lembrou que a instalação de novas antenas esbarra na legislação de diversas cidades, que proíbe ou dificulta a chegada do equipamento. “Tem cidade, como São Paulo, que não se pode instalar novas antenas. Isso já foi revisto em vários países da Europa e algumas cidades brasileiras já começam a ser mais flexíveis”, diz Lobo.
Outros painelistas, como Atila Branco, diretor de planejamento de redes da Vivo, reforçaram a necessidade de simplificar a aprovação da instalação de novas antenas.
O leilão de frequências para o 5G também foi tema da discussão, que contou com algumas explanações da Anatel, que reforçou que a ação não visa lucro e sim a inserção da tecnologia para beneficiar todos os setores que carecem de mais velocidade para oferecer serviços ainda melhores e revolucionários para a população.
Quem também participou do painel foi Carlos Roseiro, diretor de soluções da Huawei, empresa multinacional de equipamentos para redes e telecomunicações.
Existe uma lacuna crescente entre a rápida adoção da inteligência artificial (IA) e a capacidade…
Em tempos de inteligência artificial (IA) e de desenvolvimento via vibe coding, o professor do…
Vista não só como a maior Copa do Mundo história como também a mais digital,…
A simulação foi executada na terça-feira, 9 de junho, um dia depois do lançamento do…
por Thaís Trapp O Brasil formou profissionais moldados pela diversidade, pela complexidade e pela necessidade…
A Huna, startup brasileira de inteligência artificial aplicada à saúde, venceu o MIT Solve Future…