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COMPUTERWORLD premia 100 maiores empresas de serviços corporativos

O COMPUTERWORLD premiou na manhã desta quinta-feira (12/07) as companhias vencedoras e de destaque do anuário 100 Maiores Serviços Corporativos, realizado pelo IDG, pelo terceiro ano consecutivo em parceria com a Meka Consultoria.
Entre as categorias que compõem o ranking estão Consultoria, Gerenciamento, Implantação, Outsourcing e Treinamento. A lista levou em consideração informações fornecidas por mais de 600 executivos de diversas áreas das empresas brasileiras – alta administração, marketing, vendas, operações, financeira e controladoria, produtos, comunicação e relações públicas.
A IBM Brasil foi um dos destaques do evento, com nada menos do que 16 prêmios. “Confesso que fiquei surpreso com essa quantidade, mas acredito que os prêmios são o reconhecimento de que estamos fazendo bem o nosso trabalho. Além disso, podemos dizer que prêmios como esse são indicadores a mais para confirmar nosso posicionamento em um mercado cada vez mais competitivo”, comenta Mauro Segura, diretor de Comunicação e representante da companhia na premiação.
Silvio Genesini, presidente da Oracle – companhia de destaque na categoria Treinamento – enfatiza a importância do anuário como espelho do mercado de serviços no Brasil. “Esse formato permite avaliar a evolução e a seqüência desse mercado, que tem sido marcado pela consolidação”, comenta.
Um total de 128 empresas respondeu completa ou parcialmente aos questionários enviados pela Meka, empresa especializada em consultoria na área de TI e Telecom, responsável pelo estudo. Confira abaixo a lista de premiados:

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Metodologia em detalhe
O anuário de 2007 traz duas novas subcategorias em Implementação – Telecom e Virtualização. No caso de Implementação de Telecom, que antes estava inserida na categoria Implementação de Redes, essa inovação fez com que algumas empresas redistribuíssem suas receitas em 2005 e 2006. Foi o caso, por exemplo, da Promon e de outras participantes que possuem faturamento nestes dois segmentos.
Os analistas da Meka também revisaram alguns números estimados em 2005 a partir de uma profunda interação com o mercado. Trata-se, portanto, de trabalho contínuo para aproximar cada vez as estimativas sobre os resultados de importantes empresas do segmento, com sua realidade no mercado brasileiro. ATelecom, Atos Origin, Bull, EMC, IBM, Oracle, SAP, Sun Microsystems, Totvs e Unisys estão nessa situação.
Por conta da recusa de algumas grandes empresas não fornecerem números das receitas obtidas no Brasil, a Meka estimou os resultados de 47 companhias, utilizando como metodologias as seguintes ferramentas= evolução histórica da empresa, desempenho dos últimos anos, faturamento global, América Latina e Brasil, estratégia de atuação comercial, produtos e serviços oferecidos em 2006, parcerias para viabilização destes serviços, perfil dos clientes, solução adotadas e cases de sucesso, tamanho da empresa, receita por funcionários (dados mundiais, América Latina e Brasil) receita por funcionário dentro da categoria de serviços profissionais informações disponíveis na mídia e no website, informações junto a consultores e analistas do mercado de TI. Para os valores convertidos para o real, a consultoria utilizou as seguintes taxas de conversão, tendo como fonte o site www.aonda.com = dólar médio – 2004 – R$ 2,92 – 2005 – R$ 2,43 – 2006 – R$ 2,18.
O ranking geral das 100 Maiores foi elaborado tendo como parâmetro único o valor movimentado pelas empresas em Serviços Corporativos. A eleição das empresas, realizada com extremo rigor, obedeceu ao seguinte procedimento = as empresas foram classificadas num primeiro momento em função do valor faturado dentro de cada categoria, de onde saíram os dez maiores.
Dentro das dez maiores empresas, foi escolhido o destaque, levando em conta o crescimento do faturamento em reais (50%), market share da empresa na categoria (30%), e peso do segmento em relação às receitas totais (20%). Além disso, somente poderia ser eleita como destaque a empresa que apresentasse um market share na categoria de, no mínimo, 5%.

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