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Brasileiro é diretor mundial de infra-estrutura de TI da Rhodia

Há pouco mais de 20 anos na companhia, o executivo brasileiro Marcio Antonio Cardoso da Silva assumiu o comando mundial da área de infra-estrutura e gerenciamento de contratos de Tecnologia de Informação (TI) da Rhodia.

No fim de 2005 as atividades de TI foram reorganizadas e passaram a ser administradas em quatro grandes áreas globais – AMTS (Application Management Transactional Systems), que faz a gestão do SAP, das aplicações satélite do ERP e do Rhodia Core System; BIM (Business Intelligence Management), que trata de dados gerados no data warehouse global; SMIO (Services Management and Infrastructure Optimization); e Segurança & Qualidade – todas comandadas pelo CIO mundial da empresa, Xavier Rambaud.

Com a mudança, Silva foi nomeado diretor da SMIO. A seu cargo ficou a gestão de todos os contratos mundiais de serviços de TI da companhia, entre outras atividades. Isso significa dizer que Silva tem, entre as suas missões, que determinar o destino de nada menos que 50%  – ou aproximadamente 55 milhões de euros – dos recursos destinados à TI na Rhodia. Ele comanda, a partir do Brasil, 70 profissionais em todo o mundo, que cuidam do funcionamento e decisões referentes ao gerenciamento de redes, servidores, estações de trabalho e telecomunicações da empresa.

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O executivo, formado em engenharia elétrica, conta que começou na Rhodia em 1985, com funcionário de suporte ao usuário de mainframe. Após passagens por outras áreas de tecnologia da organização, entre o fim de 1991 e início de 1992, Silva assumiu a área de tecnologia. “Não é a área de informática”, destaca. “Era uma divisão responsável por ‘bisbilhotar’ as novas tecnologias, analisar aquilo que estava por vir”, explica. Apenas para exemplificar, ele cita a intranet como uma dessas tecnologias, que anos depois viria a se tornar o principal veículo de informação interno na Rhodia.

Em 1996, quando a companhia decidiu trabalhar com SAP, Silva se envolveu com o projeto de implementação. Posteriormente, em 2001, a empresa iniciou um processo de otimização do uso do SAP. “Foi quando o Rambaud (atual CIO mundial) entrou na empresa com suas propostas de reorganização”, lembra Silva. “Em meados de 2002 eu fui convidado a gerir a área de contratos mundiais e infra-estrutura de TI da Rhodia”, conta. Ele atribui sua nomeação, em boa parte, ao histórico brasileiro de buscar economia e redução de custos constantemente. “Isso ajudou a ganhar a simpatia do CIO”, admite.

Leia mais sobre a trajetória do executivo na Rhodia, bem como quais são aqueles que ele considera os principais desafios na nova função, na edição número 457 do COMPUTERWORLD, que começa a circular na segunda quinzena de julho.

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