Estimativas divulgadas pela Nokia nesta quarta-feira (10/11), durante o evento GSM Américas, que acontece nesta semana no Rio de Janeiro, revelam que cerca de 630 milhões de celulares serão vendidos em todo o mundo até o fim deste ano. Deste total, cerca de 11% serão comercializados na América Latina.
De acordo com Maurizio Angelone, vice-presidente da Nokia para a América Latina, o potencial da região é bem avaliado pela fabricante finlandesa, que prevê que, entre 2006 e 2008, os usuários de mercados emergentes comprarão 80% do total de celulares vendidos no mundo.
Além do foco no usuário final, que a Nokia mantém com um calendário constante de lançamentos, a empresa também quer conquistar os clientes corporativos. O executivo citou análise feita pelo Gartner, revelando que em 2007, cerca de 40% das aplicações corporativas terão algum elemento de mobilidade. Além disso, 60% dos funcionários das empresas em todo o mundo terão acesso móvel às redes corporativos.
A meta da empresa é manter a liderança na América Latina, onde ela detém cerca de 35% de participação de mercado. “Ainda estamos com grande vantagem em relação aos 20% da segunda colocada”, diz Angelone. A estratégia inclui o lançamento de produtos diferenciados na região, como o modelo 2650, primeiro aparelho dobrável voltado ao mercado de baixa renda, e o 3220, celular com câmera integrada voltado ao público jovem.
Ana Paula Oliveira, da World TELECOM, foi ao Rio de Janeiro a convite da Alcatel
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