A Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão organiza a criação de uma rede latino-americana de cooperação em governo eletrônico com a Organização dos Estados Americanos OEA.
Nos últimos anos, a organização criou uma metodologia para o desenvolvimento do e-Gov enquanto melhor alternativa para o desenvolvimento sustentável e estratégia para a modernização das administrações públicas.
Depois de uma avaliação do estágio das iniciativas dos 34 estados membros, a OEA escolheu o Brasil como parceiro para liderar o projeto da rede de cooperação na América Latina.
Para detalhar a iniciativa, técnicos da SLTI, na semana passada, reuniram-se com o Chefe da Unidade de Melhores Práticas Governamentais da OEA, Orlando Mason. Ele explica que a rede é parte de um termo mais amplo de cooperação, que está em estudos na Agência Brasileira de Cooperação, do Itamaraty, e deverá passar pelo crivo do Congresso Nacional nesse ano.
Escolhemos o Brasil para liderar essa etapa do projeto porque possui diversas iniciativas reconhecidas interna e externamente, como o Comprasnet, as eleições eletrônicas, o Receitanet e o Portal Egov, explica Mason.
De acordo com o representante da OEA, foi elaborado um cronograma de trabalho para a realização, em Brasília, emmeados de maio, do Primeiro Seminário Latino-Americano de Governo Eletrônico.
Estaremos examinando diversas iniciativas de e-Gov federais, estaduais e municipais para estimular a troca de experiências entre os governos da América Latina. Será um evento de alto nível, para que os especialistas de toda a região discutam e estabeleçam formas práticas de cooperação, completa Mason.
A partir dos resultados do seminário, será possível implementar a metodologia de desenvolvimento do e-gov criada pela OEA. Esse projeto passa, inclusive, pela ampliação da capacitação dos servidores públicos para o uso intensivo de tecnologia da informação. Por isso, a Escola Nacional de Administração Pública ENAP também é uma aliada fundamental do projeto da rede de cooperação.
Atualmente, o Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking de competitividade na infra-estrutura de rede de tecnologia da informação da América Latina. A liderança brasileira foi apontada por um estudo abrangendo 82 países, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial, em parceria com o INSEAD (uma das maiores escolas de formação de executivos do mundo) e o Programa de Informação para o Desenvolvimento do Banco Mundial (infoDev).
O mesmo estudo colocou o País em 8º lugar nos rankings governamentais para oferecimento de serviços on-line e uso de e-mail para correspondência, em 10º lugar nos rankings de uso de redes informatizadas e uso da Internet para pesquisas, em 11º pela sofisticação da Intranet do governo para transações e negócios, além da 15º colocação mundial no ranking de uso de Internet para transações com o governo.
A Cohesity anunciou a concessão da Patente Nº 12.619.501 pelo Escritório de Patentes e Marcas…
Diogo Cortiz, professor da PUC-SP e doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, tem…
DJ Sampath chegou aos Estados Unidos há 30 anos com oito dólares no bolso e…
A evolução da inteligência artificial nos serviços financeiros ainda esbarra em desafios relacionados à experiência…
A Motorola Solutions anunciou a assinatura de um acordo definitivo para adquirir a D-Fend Solutions,…
Nesta terça-feira (2), a Meta anunciou a expansão global de configurações de conteúdo para contas…