Hub Fintech mira melhoria da experiência do usuário

Criada em 2012 e após investimentos de cerca de R$ 150 milhões desde então, a fintech Hub Prepaid é formada por seis empresas, sendo três de Tecnologia (Hub Card, Hub Fintech e Hub Risk) e três de Negócios (Vale Presente, PayPaxx e Hub Benefícios), que devem movimentar R$ 10,5 bilhões em 2017.

A empresa surgiu com a proposta de melhorar a experiência do usuário quando o assunto é meios de pagamento e com esse perfil inovador cresceu rapidamente. Tanto é que é candidata a se tornar um dos primeiros unicórnios do Brasil, título concedido às companhias iniciantes que valem mais de US$ 1 bilhão.

Controlada pela Sforza, gestora de investimentos do empresário Carlos Wizard Martins, a Hub Prepaid conta, hoje, com aproximadamente 250 funcionários, carteira de mais de 5 mil clientes corporativos e parceira de grandes varejistas e e-commerces, como Magazine Luiza, WalMart e Mercado Livre, além de bancos, entre eles Caixa Econômica Federal (Construcard e cartão BNDES) e Itaú (operação de pré-pagos).

Recentemente, a startup reforçou seu quadro visando seu crescimento. Alexandre Brito, que passou a última década na Mastercard, atuará como diretor-geral ao lado de Rodrigo Borges, sócio-fundador e CEO da empresa, com foco na consolidação dos negócios no mercado brasileiro e nos projetos de expansão da companhia para a América Latina. A meta para 2018 é expandir atuação para Chile, Colômbia e México.

Rumo ao topo

Adriano Tchen, CTO da Hub Fintech, aponta que as fintechs têm despontado no mercado por terem modelos inovadores. No caso da Hub Fintech, um diferencial importante a posiciona como destaque no mercado. Toda tecnologia usada pela empresa e seus serviços são desenvolvidos internamente, desde a emissão de cartões ao atendimento ao cliente. “Fazemos mais rápido e unificamos o processo. Na era do consumidor imediatista isso é fundamental”, afirmou ele em conversa com o IT Forum 365.

Com esse perfil, a empresa tem-se posicionado como o braço de tecnologia e como empresa de desenvolvimento de software de processamento para o mercado de pagamentos. “Tudo isso na esteira da melhoria da experiência do cliente”, disse, apontando que agora os bancos estão reforçando essa questão, o que deixa as fintechs um passo à frente no quesito e portanto, excelentes parceiros dos bancos no tema.

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