“Acho que vamos reduzir significativamente os custos marginais, como de mão-de-obra, nas compras de materiais, porque não teremos de fazer cotação, mandar e receber faxes. Além disso, vamos ampliar o número de fornecedores”, prevê o diretor-presidente do hospital, George Schahin.
O volume anual de compras do Santa Paula chega a R$12 milhões. “Acredito que teremos a oportunidade de comprar até mesmo de alguns fabricantes diretamente por meio da Internet, o que vai reduzir a cascata de impostos”, diz Schahin.
O Hospital Santa Paula conta, em estoque, com dois mil itens de materiais como seringas, agulhas, gaze, gesso, esparadrapo, entre outros. “No futuro creio que teremos condições de comprar até os medicamentos pelo e-commerce”.
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