A GVT tem interesse em trabalhar como operador Virtual Credenciado, a forma como a Agencia Nacional de Telecomunicações (Anatel) esta chamando os mobile virtual network operators (MVNOs), empresas que alugam a estrutura de outras para oferecer o serviço de telefonia móvel. A informação foi dada pelo vice-presidente da unidade de negócios corporativos, Leonardo Queiroz, durante a Futurecom.
De acordo com Queiroz, oferecer a mobilidade seria interessante para completar a oferta da operadora, no estilo do que fazem concorrentes como Brasil Telecomunicações, Oi, Embratel (com a Claro) e Telefônica (com a Vivo). “Hoje oferecemos a mobilidade do ramal, mas não é em todo lugar”, pontuou.
O executivo destacou, no entanto, que a falta da mobilidade não tem feito tanta falta neste momento para as receitas da operadora. “Mas daqui a dois ou três anos, pode ser importante. Teremos de sentir o mercado”, comentou.
Em julho, o superintendente de Serviços Privados da Agência, Jarbas Valente, afirmou que a consulta pública sobre o tema poderia acontecer ate o fim deste ano.
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