Gerir a TI com fatos e dados é um dos objetivos de se implementar estratégias de gestão de portfólio e projetos. E este é o tema de um dos workshops da 6ª edição do IT Conference nesta sexta-feira (06/06). Mas para que isto seja bem-sucedido, Aguinaldo Aragon, da Aragon consultores, adverte: é preciso pensar primeiro no processo e depois na ferramenta. “Qualquer coisa que se faz em tecnologia é ciência social, de psicologia, liderança, não é só tecnologia”, diz. “A decisão do investimento não é mais só do executivo da área de TI”, completa.
Durante sua apresentação na manhã desta sexta-feira (06/06), Aragon comentou as duas metodologias mais conhecidas para esse processo. A mais conhecida, do Project Management Institute (PMI) e a Val IT – criada pelo IT Governance Institute (ITGI) em 2006, que tem foco no retorno financeiro dos investimentos em TI. “É preciso ter um mínimo de norte para a TI, processos de portfolio de projetos e de gestão de projetos de programas, além de mecanismos organizacionais para que o negócio participe na definição das prioridades”, afirma. Com tudo priorizado e acertado, o consultor sugere que demandas de emergência sejam colocadas em um “balde de horas”, que devem ter seu consumo medido para inserção no planejamento do ano seguinte.
Acompanhe a cobertura completa do IT Conference.
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