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gA conecta-se com startups em Israel para acelerar inovações

Por 25 anos, a gA ficou conhecida como Grupo Assa. Aos poucos, no entanto, a empresa tem apostado na nova marca. Nessa fase, a companhia passou a se posicionar como uma organização global que utiliza plataformas digitais e serviços de transformação para capacitar negócios da nova era.

Assim, a gA deixa a imagem de ser uma tradicional consultoria, que foi como ela se posicionou até então, para se transformar em uma plataforma de consultoria digital de negócios baseada em soluções.

Com 11 escritórios no mundo e 1,5 mil colaboradores, a mudança teve sua primeira semente plantada há cinco anos, quando a empresa passou a desenhar caminhos futuros para os clientes e a mudar sua forma de atuar. Surgiu, então, o embrião da Parabolt, incubadora de inovações digitais, que há dois anos tem como missão viabilizar uma verdadeira transformação de dentro para fora.

“Na Parabolt, criamos um framework, que ajuda empresas a tirarem ideias do papel e se organizarem para um processo de inovação, empoderando os colaboradores”, explica Paulo Eduardo Brugugnoli, managing director da gA Brasil e CTO Global da empresa.

Nessa nova fase, explica ele, a gA também começou a se aproximar de startups e recentemente abriu um escritório em Israel, um dos berços da inovação em todo o mundo e referência em empresas disruptivas. Com a iniciativa, a companhia busca levar para seus clientes tecnologias avançadas especialmente no campo de inteligência artificial (AI) e cibersegurança.

Brugugnoli conta que uma das empresas que a gA se aproximou e que tem o selo de disruptiva é a SparkBeyond, que usa inteligência artificial e machine learning para, de forma simplista, indexar todos os algoritmos disponíveis na internet e descobrir padrões. A startup antecipou em meses, por exemplo, por meio de padrões, o diagnóstico de câncer de cólon, aumentando substancialmente a possibilidade de cura e surpreendo pesquisadores com a descoberta.

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