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Funcionários públicos dos EUA citam barreiras para adoção de tecnologias

Pesquisa realizada pela MeriTalk com 220 funcionários do governo dos Estados Unidos apontou os gaps tecnológicos que separam o ambiente governamental daquilo que é oferecido aos trabalhadores do setor privado. Essa distância, revela o levantamento, pode ser reduzida com investimento e treinamento em novas tecnologias.

Patrocinada pelo Google, a pesquisa apontou que mais de 90% dos respondentes compram e usam serviços bancários online; 78% estão nas redes sociais e 68% são adeptos dos aplicativos móveis. ?Acreditamos que esses resultados claramente mostram que os funcionários públicos estão empolgados e prontos para levar as tecnologias que usam na vida pessoal para o ambiente profissional?, afirmou um porta voz do Google.

A idade não é necessariamente um fator determinante na adoção tecnológica, mostrou o estudo. ?Um resultado particularmente interessante é que mais empregados com idade entre 56 e 66 anos usam videoconferência e chat quando comparado com aqueles com idade entre 35 e 55 anos.?

Não houve também nenhuma correlação forte entre a idade e a disposição em testar novas tecnologias. Entre os participantes com mais de 48 anos, 45% disseram que esperam uma avaliação completa da tecnologia para testá-la, enquanto entre os mais jovens (17 a 21 anos) esse porcentual foi de 47%.

O estudo não mediu o uso de tecnologia adotada pelos consumidores nas instalações do governo norte-americano, mas questionou a percepção dos funcionários sobre a presença desse tipo de solução no ambiente corporativo. Dois terços dos participantes concordaram com a afirmação: ?desejo que a tecnologia no meu trabalho acompanhe as mudanças tecnológicas da minha vida pessoal?.

Sobre essa diferença entre vida pessoal e corporativa, 75% dos funcionários ouvidos acreditaram que o custo é a maior barreira para adoção de novas tecnologias na vida pessoal. Já no ambiente corporativo, 42% apontaram treinamento como um grande obstáculo, seguido por custo, com 40%.

E se essa pesquisa fosse feita no Brasil? Como você acha que seria o resultado?

 

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