Ferramenta de BPMN aplicada à negociação de dívidas vence 1º Hackathon do IGEOC

A equipe DeepMailing foi a grande vencedora da 1ª edição do Hackathon do IGEOC, com uma proposta de plataforma Web, desenvolvida em javascript, para aplicação de BPMN (Business Process Model and Notation – Modelagem de Processos de Negócio) para o business de recuperação de crédito.

“A plataforma integra CRM’s, discadores, brokers e gráficas, de forma que a empresa tenha gestão total da jornada do cliente-devedor por seus canais. Geramos economia para a empresa e permitimos que o cliente-devedor escolha o melhor horário ou canal de contato”, conta um dos integrantes do grupo, João Paulo Medeiros Cecilio, da associada Zanc.

O desafio dos mais de 90 participantes estava relacionado ao futuro da negociação de dívidas, tendo como principal premissa o aprimoramento da jornada dos consumidores. Os profissionais das empresas associadas do IGEOC – especialistas de marketing, planejamento e tecnologia – e profissionais do mercado com foco em programação e UX, foram divididos em 12 equipes e passaram 30 horas dedicados a desenvolver ferramentas inovadoras e eficientes.

“O hackathon é uma experiência fantástica. Reunimos a expertise de quem conhece o mercado de cobrança com a ousadia e curiosidade de um grupo de hackers com visão completamente diferente. A capacidade que a nova geração tem de fazer uma disruptura dos modelos convencionais, com uma velocidade incrível, impressiona”, afirmou o presidente do IGEOC, Luís Carlos Bento.

Para Karina Coelho, da J.A. Resende, a sensação de participar de um Hackathon é indescritível. “A pressão, as horas acordadas, a quantidade de ideias. É fantástico. Algo que eu recomendo muito. Cada profissional deveria participar de uns 3 ou 4 e deveria fazer isso o mais rápido possível”.

“Com certeza eu era um dos mais velhos e é interessante você viver um pouco o mundo dos jovens. Com certeza uma experiência que vai agregar muito, tanto na minha vida profissional quanto na minha vida pessoal, com uma forma diferente de enxergar a vida, que é a forma como esses jovens enxergam hoje”, revelou Leandro Machado, da Way Back.

Fernando Feitosa, da Intervalor, definiu a experiência como uma loucura muito legal. “Um pessoal apaixonado pelo que faz, com um engajamento enorme em pensar novas soluções. E então você extrapola todos os limites, não dorme, junta todas as ideias e no final chegas a um resultado muito bacana. Vale o esforço”. “Quem não participou, se tiver a oportunidade, deve provar desta experiência”, aconselhou Itamarino Novaes Leite, da Way Back.

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