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“Federação” emerge como elemento chave ao futuro da EMC

O futuro da EMC se apoia em um poderoso pilar de negócios batizado de ?Federation?. A palavra funciona para definir o guarda-chuva que abriga suas outras três frentes de negócio: Pivotal (aplicação e plataforma), RSA (segurança) e VMware (virtualização). Juntas, as quatro partes gabaritam a companhia a executar sua visão de empresa definida por software.

Vivemos a eminência de um tempo onde a agenda de tecnologia da informação compõem-se de elementos como acesso por meio de dispositivos cada vez mais móveis rodando distintos sistemas operacionais; agilidade no desenvolvimento de aplicação centradas nos consumidores; avanço e predominância da camada de inteligência que roda sobre as máquinas ? para ficar apenas em alguns exemplos do que se convencionou chamar em ?Terceira plataforma de TI?.

Olhando para a Federação, o grupo endereça grande parte das demandas originárias nesse novo cenário. A EMC entra com a parte de infraestrutura e armazenamento; a VMware contribui com softwares de virtualização e a camada de orquestração; a Pivotal adiciona sobre isso soluções em aplicação e big data; enquanto a RSA cobre tudo com segurança.

Ocorre que cada uma dessas empresas trabalha com independência. Logo, podem estabelecer suas alianças, estratégias e diretrizes. Contudo, cada vez mais percebe-se uma convergência e proximidade no modo com que vão ao mercado. ?Os clientes apreciam coordenação e temos trabalhado nos bastidores para que isso ocorra?, afirma Joe Tucci, presidente da EMC, reforçando a importância do alinhamento das quatro frentes de negócio para potencializar oportunidades.

?Temos um modelo de coopetição?, resume Paul Maritz, CEO da Pivotal, braço da aliança que mais precisa e tem potencial para se desenvolver. Quando os orçamentos ficam flat, os líderes de TI precisam encontrar maneiras de potencializar os recursos. ?Há uma mudança tectônica?, compara Pat Gelsinger, CEO da VMware, para acrescentar: ?As empresas podem executar em conjunto a estratégia de empresa definida por software?.

?A EMC entende que esta nova era da TI é onde estará grande parte do crescimento do mercado?, observa Guilherme Campos, analista da Frost & Sullivan, vendo a fabricante se mover para oferecer soluções para esse novo mercado. Na outra ponta, cada companhia da Federação consegue endereça ainda oportunidades dentro de um modelo tecnológico mais tradicional ? afinal, não devemos crer que todos já mudaram a maneira como compram tecnologia.

*O jornalista participa do EMC World 2014, nos Estados Unidos, a convite da EMC.

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