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Brasil não está preparado para ataques cibernéticos, diz estudo

Um estudo realizado pela McAfee aponta que o Brasil está entre os países menos preparados para ataques cibernéticos em um ranking de 23 nações, ganhando apenas do México. O país teve nota 2,5, enquanto os mais bem colocados conquistaram nota 4,5. São eles: Israel, Finlândia e Suécia.

Dividido por capítulos, o estudo cita na parte que remete ao Brasil que “a infraestrutura e tecnologia (de segurança cibernética) na América Latina tende a estar desatualizada”. E ainda, o texto afirma que “até agora, a corrupção policial e a falta de legislação para combater crimes cibernéticos constituem o calcanhar de Aquiles do Brasil. Ciberataques contra usuários (de sites de bancos) estão acima da média mundial.”

De acordo com o estudo, Raphael Mandarino, diretor do departamento de segurança da informação e comunicação do Brasil, confirma que é preciso reestruturar o comando de defesa do país.

Veja quais são as recomendações da McAfee para segurança de ataques hackers:

  • Novos problemas e oportunidades criadas pelo uso dos smartphones e cloud computing devem ser examinados. Nuvem precisa de uma arquitetura apropriada para arquivar o nível de segurança;
  • Construa confiança entre as partes interessadas da indústria e do governo através da criação de uma organização para compartilhar informações e melhores práticas;
  • Trabalhe para aumentar a consciência pública de como as pessoas devem proteger os seus próprios dados da internet e promova treinamento de cybersegurança;
  • Priorize a proteção das informações. Os três principais objetivos que precisam ser alcançados são a confiabilidade, integração e disponibilidade em doses diferentes, de acordo com a situação;
  • Considere estabelecer medidas de confiança como uma alternativa ou pelo menos como uma medida paliativa;
  • Melhore a comunicação entre as várias comunidades a partir de decisores políticos e especialistas tecnológicos, tanto no nível nacional quanto internacional;
  • Melhore suas capacidades de atribuição, investindo em novas tecnologias e estabelecendo regras e normas;
  • Siga o modelo holandês. Faça melhores parcerias público-privadas em segurança na internet;
  • Apesar dos muitos obstáculos práticos no caminho da transparência,tanto para empresas privadas quanto para os governos, encontre formas de estabelecer garantias – ou confiança – por meio do uso de mecanismos e processos de segurança;
  • Passe a bola para frente e incentive a integração de cyber em processos e estruturas existentes.

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