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Especial saúde: Projeto de prontuário precisa de bom planejamento

Mergulhar em uma implementação de prontuário eletrônico do paciente (PEP) para conseguir desconto governamental parece uma boa ideia, mas os veteranos em PEP recomendam um começo devagar. 

O Williamstown Medical demorou cerca de um ano para lançar o eClinicalWorks, implementando, primeiro, o componente de gerenciamento. Então, digitalizou os históricos médicos e outras informações antes de adicionar prontuários eletrônicos e receitas. “Nós queríamos garantir que, pelo lado do negócio, todas as nossas informações demográficas, como consultas e faturas, estavam certas”, disse Rob Jandl. 

O Hospital Memorial Midland, um hospital de cuidados intensos em Midland, Texas, levou um ano para implementar o Medsphere OpenVista, um PEP em código aberto baseado nos registros eletrônicos VistA do Departamento de Veteranos dos EUA, que vem sendo usando em instalações de veteranos (VA) por quase 20 anos. Durante o ano de implementação, os médicos usaram sistemas duplos, colocando as informações eletronicamente e depois imprimindo-as para serem arquivadas juntos com os registros dos pacientes, disse David Whiles, diretor de sistemas de informação. “Essa duplicidade foi trabalhosa para os enfermeiros e outras equipes, porém, necessária”, declarou Whiles.

Um sistema duplicado parece arriscado demais para a equipe de Hot Springs, por isso eles fizeram a mudança de uma vez só para o PEP. “Registros duplicados levam a registros incompletos”, disse Robert Ford. 

Outros argumentam que começar devagar torna mais fácil cometer erros. Por exemplo, se uma falha faz com que um pedido de exame seja enviado errado e o médico não receba os resultados, “eu teria um sério problema”, disse Jandl, do Williamstown Medical. Tais problemas tendem a serem resolvidos cedo se a mudança for gradual, garante ele.  

Leia também:

TI em saúde: 9 lições com prontuário eletrônico

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