Me deparo com vários blogs reclamando de seus fornecedores de software pela falha da comunidade de suas organizações. É tão fácil culpar os fornecedores.
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Analistas como a Gartner, Forrester e IDC, acompanham esse mercado e publicam relatórios sobre a força e a fraqueza desses fornecedores. Independentemente do que esses relatórios mostram, não podemos saber a estratégia de todas as companhias ou quais problemas elas tentam solucionar com as ferramentas de software social. O árduo trabalho de encontrar a ferramenta correta para os objetivos da empresa é responsabilidade dela própria. Não se deve culpar o fornecedor por você não ter feito a lição de casa.
Algumas coisas tenho certeza:
Em primeiro lugar, é primordial definir o seu negócio, seus objetivos e os problemas que necessitam de resolução e mapeá-los juntamente com as estratégias, cultura e política da sua empresa. Não há atalhos, o trabalho é duro, mas tem que ser feito.
Segundo: todo passo subsequente – seja decidir o critério de avaliação do software, coletar dados de analistas e especialistas, avaliar as ferramentas ou planejar a implantação e a adoção de estratégias – deve apoiar o primeiro ponto.
Terceiro: já que está pedindo a seus funcionários e clientes que mudem a maneira que trabalham (colaboram, coinovam, interagem, compartilham) e a transparência com que vão realizá-lo, deve-se prestar muita atenção à cultura, gerenciamento de mudanças e gestão de comunidade.
Os fornecedores de software podem prover conselhos e ferramentas de estratégia, mas a responsabilidade para o sucesso reside exclusivamente na empresa. E as empresas devem fazer um esforço único, que requer planejamento, moderação, monitoramento, regulação e futuros investimentos na comunidade.
Você pode escolher a melhor e mais simples ferramenta do mercado, mas se pular a estratégia do planejamento e gerenciamento da comunidade, ela falhará.
A InformationWeek EUA preparou um especial com as perspectivas do jornalista Claire Flanagan sobre as funções fundamentais do gerenciamento da comunidade.
Bem-vindo
As pessoas que se juntam a uma comunidade se sentem intimidadas pelo fato dos membros já se conhecerem. É necessário um host, uma pessoa que não somente receba os novos membros, como os conecte com pessoas que tenham os mesmos gostos que ele. Por que isso é importante? Quando novos membros se sentem bem-vindos e se ajeitam ao tom, normas e dinâmicas da comunidade, voltarão e se conectarão mais vezes.
O IT Web dividiu o especial para facilitar a leitura.
Na próxima parte, Claire falará sobre as atividades de um bom gerente, suas atribuições e o que ele deve fazer para acelerar o sucesso dos seus membros.
(Tradução: Alba Milena | Revisão: Thaís Sabatini)
Leia o especial
Parte 2 – Especial comunidades: conteúdo é fundamental
Parte 3 – Especial comunidades: gerentes são a “voz” da companhia
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