O articulista da CRN EUA Edward F. Moltzen continua a sua análise sobre como os sistemas operacionais Android e iOS revolucionaram a mobilidade e acabaram deixando grandes empresas como a Intel e a Microsoft para trás na corrida pela inovação no mundo tecnológico.
Nesta parte do especial, ele fala sobre as plataformas de videoconferência nos smartphones e como elas mudaram esta ferramenta.
A plataforma iOS no iPhone 4, da Apple, lançou a vídeo conferência em tempo real, na palma da sua mão, com o FaceTime. Não funciona com a rede da AT&T; você e a outra pessoa que vai fazer a conferência necessitam se conectar via Wi-Fi. Entretanto, isto abre caminho para um grande número de potenciais demandas que poderiam aprimorar esta característica.
Mesmo antes do FaceTime, o primeiro serviço de web vídeo, o Qik, oferecia software que permitia que os celulares com capacidade de vídeo transmitissem um vídeo ao vivo pela web – basicamente, qualquer um poderia fazer seu próprio telejornal, se tivesse um smartphone compatível.
O FaceTime, o Qik, os aparelhos tipo smartphones,a função de tempo real, vídeo com alta definição mudarão as comunicações móveis básicas de uma maneira que a tecnologia da geração anterior não conseguiu.
O FaceTime, entretanto, necessita de um iPhone que tenha banda larga com conexão Wi-Fi para que funcione. (A rede 3G da AT&T não fornece banda larga suficiente). Cabe dizer que o FaceTime também funciona com o iPod Touch.
Para grandes empresas de tecnologia da informação, o “experimente de tudo em todo lugar” significa que estas demandas de streaming e de conectividade nas redes wireless aumentarão a necessidade de gerenciamento de banda e balanceamento de carga. Para os construtores, isto inicia a possibilidade de integração de vídeo ao vivo com os aplicativos do celular. (Vimos, por exemplo, o Salesforce.com conseguir a posição de liderança nas aplicações corporativas nas plataformas iOS. Seria ótimo se pudesse integrar vídeos ao vivo, via FaceTime, para contato com o cliente. Um dia alguém vai fazer isto.)
Saiba mais:
Parte 5 – Especial Android e iOS: onde eles se destacam
Parte 4 – Especial Android e iOS: onde Apple ultrapassa seus concorrentes
Parte 3 – Especial Android e iOS: geolocalização é negócio foco
Parte 1 – Especial Android e iOS: como eles mudaram a mobilidade
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