De acordo com os executivos da companhia, dentro de três ou quatro ano a tecnologia de telefonia 3G terá avançado bastante, podendo até haver aplicações de vídeo nos aparelhos celulares, o que vai reforçar o volume de vendas.
A Ericsson é a terceira maior fabricante de telefones celulares, depois da finlandesa Nokia e da norte-americana Motorola. Por causa da pressão da concorrência no setor, essa unidade da empresa, que representa 70% das vendas da corporação, tem registrado redução no crescimento.
As margens de operações nos nove primeiros meses do ano foram de 18%, contra os 11% no mesmo período no ano passado. Não chegou a ser um desempenho ruim, mas os analistas esperavam um pouco mais, em torno dos 19%.
Para os produtos de segunda geração, a Ericsson prevê rápido crescimento desse mercado nas regiões dos Estados Unidos, da América Latina, Ásia, Leste europeu e Rússia.
A empresa admite ter subestimado a sobrevida da telefonia de segunda geração no passado e agora acredita que a tecnologia deve perdurar por dez ou quinze anos, convivendo com as emergentes.
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