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Empresas precisam entender as redes sociais para se manterem competitivas

A transformação na forma com que as pessoas se comunicam traz novos desafios de negócios e, para acompanhar esse fenômeno e continuar competitiva, a empresa precisa entender o que são as redes sociais. Este foi um dos temas tratados no BlackBerry Collaboration Forum, que chega perto de seu encerramento, nesta terça-feira.

De acordo com Alexandre Lenza, gerente de relacionamento com operadoras da companhia no País, indivíduos e empresas passam a estar conectados o tempo todo e, com a utilização da comunicação móvel, cresce também a preocupação com segurança. “Mais de 25% dos funcionários passam mais da metade do tempo fora do escritório, e outros 25% viajam pelo menos uma vez por semana”, justifica o executivo, citando dados globais da Forrester. O mesmo estudo mostra que 26% das empresas possuem funcionários que trabalham remotamente em período parcial, e 10%, em regime integral.

Entre os fatores que distinguem as redes sociais das redes corporativas, Lenza menciona que os resultados são imensuráveis, no primeiro caso, enquanto os ambientes empresariais conseguem medir resultados pois são controlados, além do que uma conecta indivíduos; a outra, grupos de pessoas. Para as organizações, alguns componentes das redes são de grande importância, tais como: wiki (compartilhamento de informações e conhecimento), feeds (que publica informações de sites, blogs e serviçosm de notícias em um único lugar), busca empresarial, com acesso centralizado à rede corporativa, armazenamento de documentos e ferramentas de mensagem em tempo real.

“Cerca de 43% dos usuários de smarphones utilizam as redes sociais”, reitera o gerente, citando estatísticas mundiais referentes, por exemplo, ao Facebook – dos seus 800 milhões de usuários ativos, 350 milhões deles acessam a rede por meio de dispositivos móveis. A adesão às comunidades virtuais não é condição restrita a um ou outra faixa etária: 92% dos jovens entre 15 e 19 anos acessam o Facebook, enquanto o maior crescimento no número de usuários está na camada entre 35 e 49 anos.

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