Dados. Essa é, sem dúvidas, a palavra da vez. Seja para gerar insights poderosos para criar produtos e serviços, melhorar a experiência do usuário, ou manter seguros os dados dos clientes, em uma era na qual a privacidade é o novo ouro. O desafio, no entanto, é o de lidar com a quantidade gigantesca que surge todos os dias.
“Antes, falávamos de petabytes, depois exabytes e hoje são zetabytes. Em 2020, serão entre 35 e 40 zetabytes de dados criados”, lembrou Marcelo Rezende, presidente da Qlik.
Os números, prosseguiu em apresentação no IT Forum+, que acontece nesta semana na Bahia, mostra um cenário de esse mercado pautado por velocidade, variedade e volume, formando os ‘Vs’ da economia de dados e analítica. “Os dados são os ativos mais importantes das empresas”, observou o executivo.
A Qlik, que atua com análise de dados, apontou que o papel da empresa é justamente o de ajudar empresas a entender a nova montanha informacional, permitindo que pessoas não-técnicas extraiam valor.
A verdade, no entanto, é que as empresas ainda não desenvolveram uma cultura de dados, caminho fundamental para ganhar o status de “data driven”. Para ele, a cultura é o que balizará iniciativas na área. “Apenas 32% dos C-Levels usam dados para tomar decisões e o número é ainda menor com os jovens, da geração Millenium, apenas 27% lançam mão do recurso”, observou o executivo.
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