“As empresas gastam milhões preocupadas com ciberterrorismo e eventos provocados por hackers, se protegendo por meio de firewalls, mas esquecem de seus funcionários, em treiná-los para o caso de alguma ocorrência ou bloquear parte do acesso, no caso de retaliação de alguma pessoa, podendo aqui prejudicar a companhia”, ressaltou.
O analista aproveitou para fazer uma analogia com exemplos do cotidiano, como morar em um prédio, com muros altos, mas o porteiro abre a porta para um ladrão. Entre diversas recomendações e cautelas que as companhias podem tomar, Mogull detaca algumas. “Elas devem aliar a estratégia de segurança com a de seus negócios e com o gerenciamento de risco, implementar políticas e planos de proteção, criar uma estrutura para administrar esse processo, realizar um programa de educação dos funcionários, e limitar os custos para garantir efetividade”, concluiu.
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