Monica Saccarelli e Frederico Meinberg, ex-sócios da corretora Rico, estão de volta ao mercado. Trouxeram pela primeira vez ao Brasil o conceito de microinvestimento, onde pessoas poderão investir a partir de R$ 1 em títulos públicos, sem taxa de administração e com liquidez diária.
O Diin quer atingir principalmente pessoas de 23 a 40 anos, que possuam renda entre R$ 3 mil e R$ 8 mil, que nunca investiram. “O modelo foi inspirado em fintechs americanas e em pesquisas que fizemos com o público-alvo. Ouvimos os brasileiros e queremos ajudá-los a guardar dinheiro”, conta Monica, CEO e fundadora da startup.
Por isso, o Diin não nasce querendo ser o caminho para tornar as pessoas ricas. “Pensamos mais em ajudar os usuários a guardar dinheiro para viajar, comprar um carro, investir na sua educação e outros sonhos de consumo, ou até mesmo uma reserva para emergências”, revela Monica.
Segundo os fundadores, na primeira versão do app, que poderá ser baixada gratuitamente na Play Store e Apple Store no início de outubro, o poupador precisará apenas informar quanto ganha e quanto gasta em média por mês. A partir daí, será impactado por conteúdo relevante sobre organização financeira.
“Somos diferentes de outros players porque trabalhamos com o microinvestimento. Queremos que o Tesouro Direto seja a nova poupança dos brasileiros e, nós, o lugar onde eles investirão com maior rentabilidade e facilidade. Funcionaremos como uma poupança 4.0”, afirma Monica.
A Fintech explica ainda que a compra dos títulos é feita diretamente e distribuída para os usuários, sendo que o aporte do novo investidor será feito por transferência bancária.
Ao lado de Monica e Frederico estão os cofundadores Anderson Oliveira, CFO, Gustavo Bittencourt, CPO, responsável pelo design e user experience, e Breno Oliveira, CTO, responsável pela tecnologia da Diin.
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