Houve um tempo que armazenamento em fita era o que havia de mais moderno. Então, surgiu o flash, que reduz consumo de energia, requer menos espaço do que discos rígidos físicos e fornece desempenho superior, benefícios que têm feito com que empresas apostem na tecnologia.
E na visão de Wagner Tadeu, gerente-geral da Pure Storage no Brasil, o futuro será totalmente baseado em flash. “É um caminho sem volta. O flash será o que a fita é hoje”, resume. Para ele, é uma questão de tempo para que ela seja usada para o armazenamento de grandes volumes como big data e internet das coisas (IoT, na sigla em inglês).
De fato, o potencial de expansão do flash é enorme. Pesquisa da consultoria IDC com empresas de mais de 1 mil funcionários indica que 51,5% das corporações já utilizam flash para armazenamento em disco externo, mas apenas 7% usam matrizes totalmente em flash.
Segundo Tadeu, em solo nacional empresas estão adotando cada vez mais a tecnologia não só em função das vantagens tecnológicas, mas também do benefício de redução de custo.Tanto é que, prossegue, companhias no Brasil estão recorrendo à Pure Storage para apoiá-las em suas jornadas de migração para flash. “Temos casos de sucesso em todas as verticais, alguns expressivos em saúde que tem buscado baixa latência para responder rapidamente às necessidades de negócios”, observa o executivo.
De acordo com ele, tem saltado aos olhos das organizações o fato de que a solução da Pure Storage elimina a necessidade de atualização em grande escala e o fardo da propriedade de armazenamento na migração de dados. “Esse é um diferencial importante da nossa tecnologia. Vai ser difícil a concorrência alcançar a Pure Storage”, provoca.
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