A Eli Lilly está usando computação nas nuvens e colaboração para acelerar o tempo gasto para desenvolver novos medicamentos. A empresa usa o EC2, da Amazon, e afirma que conferiu vantagens como o provisionamento dinâmico para ampliar ou reduzir os ambientes de computação a fim de adequar as necessidades de mudanças na carga de trabalho de seus pesquisadores.
Antes de explorar a computação nas nuvens, as pesquisas de proteínas utilizavam um cluster com 1.024 processadores Linux. Ao transferir a pesquisa para as nuvens, os cientistas da Lilly passaram a trabalhar com um nível mais alto de rendimento experimental e garantem previsões analíticas que antes não eram possíveis.
A computação nas nuvens também permitiu que a Lilly estabelecesse ambientes de colaboração externa em minutos. O que antes demorava semanas e um investimento significativo, hoje pode ser feito com alguns cliques em uma página da Web por uma fração do antigo custo. A redução significativa de custos e de tempo de pesquisa é essencial na busca por novas drogas porque cada dia de atraso indica atraso na entrega de medicamentos para os pacientes que precisam.
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