Categories: Liderança

Economia de recorrência abre oportunidades de empreendedorismo

Às segundas-feiras, a newsletter IT Trends sempre traz uma entrevista com especialistas do mercado sobre carreira, empreendedorismo e tecnologia na seção 3 Perguntas Sobre Carreira. Confira as dicas de Rodrigo Dantas, CEO da Vindi, startup de pagamento online focada em serviços por assinatura, sobre como a economia de recorrência pode abrir novas possibilidades profissionais.

 

A economia da recorrência é baseada na subscrição de produtos e serviços, ou seja, empresas que o modelo de vendas que tenham planos, mensalidades, assinaturas. A primeira vez que esse termo foi usado, foi em 2007 pela empresa Zuora – que capitaneou a expressão no mercado americano. Em geral, o conceito gira em torno de prover acesso à experiência sem a obrigação de adquirir um produto.

 

Spotify e Netflix  são exemplos emblemáticos da popularização da economia de recorrência. Segundo Dantas, há muito espaço e oportunidade para quem quer iniciar um negócio de venda por assinatura. Confira a entrevista:

 

3 Perguntas sobre Carreira para:

Rodrigo Dantas, CEO da Vindi

 

IT Trends – Como o modelo de recorrência pode estimular ou facilitar o empreendedorismo?

 

Rodrigo Dantas – Temos exemplos na Vindi de pessoas que eram profissionais liberais ou especialistas e que encontraram, no meio do caminho, uma forma de ganhar dinheiro criando um negócio de assinatura. Há professor de guitarra, personal trainer, Youtuber, engenheiro de software, entre outros.

 

[relacionadas]

 

IT Trends – O interesse por este modelo está aumentando?

 

Rodrigo Dantas – Eu acho que sim, porque hoje a digitalização dos aplicativos, dos sistemas, permite que você assine um serviço em qualquer lugar do mundo. A mudança do modelo de propriedade para o modelo de acesso que aconteceu nos últimos anos fez com que novos negócios nascessem nesse formato.

 

IT Trends – Qual a habilidade necessária para ter um negócio deste tipo?

 

Rodrigo Dantas – Se o profissional está envolvido em alguma coisa que tem um consumo recorrente, existe a possibilidade de assinatura. O que importa não é uma habilidade específica, e sim onde este profissional está inserido. Se você possui um produto que tem um consumo recorrente, fique atento que este é um negócio que pode gerar uma assinatura.

 

[newsletter]

Recent Posts

Sistemas legados: como tomar decisões para garantir resiliência em setores críticos

por Eduardo Honorato Falar sobre infraestruturas críticas na Era Digital tem sua própria complexidade dentro…

52 minutos ago

Sem equipes preparadas, IA não entrega transformação

A adoção de inteligência artificial (IA) nas empresas não depende apenas da disponibilidade de ferramentas.…

3 horas ago

Cohesity obtém patente para aplicar IA diretamente em dados de backup corporativos

A Cohesity anunciou a concessão da Patente Nº 12.619.501 pelo Escritório de Patentes e Marcas…

22 horas ago

Para Diogo Cortiz, maior desafio da IA é a falta de capacidade crítica para questionar suas respostas

Diogo Cortiz, professor da PUC-SP e doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, tem…

24 horas ago

Agentes de IA vão dar “superpoderes” a profissionais de TI, diz DJ Sampath, da Cisco

DJ Sampath chegou aos Estados Unidos há 30 anos com oito dólares no bolso e…

1 dia ago

Chatbots de bancos e fintechs não entendem as emoções dos clientes, aponta estudo

A evolução da inteligência artificial nos serviços financeiros ainda esbarra em desafios relacionados à experiência…

1 dia ago