Artesãos e comerciantes de produtos feitos a mão enfrentaram um desafio grande na pandemia, já que foram afastados das feirinhas e mercados pelos quais são conhecidos pelo público. Mas um levantamento feito pela Elo7, markeplace brasileiro voltado para esse segmento, revelou que o e-commerce serviu de alternativa: 62% dos vendedores da base da empresa disseram que comercializam produtos somente pela internet, e 49% que as vendas digitais são a principal fonte de renda.
Para 40% o comércio digital é uma renda extra. No mercado artesanal em geral, a porcentagem de empreendedores que têm no negócio digital a principal fonte de renda não passa de 25%, segundo a empresa. A maioria deles, 59%, vende online para obter renda extra.
O estudo foi feito pela Opinion Box a pedido da Elo7. Foram ouvidas 1.287 pessoas entre 9 e 15 de março de 2021.
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A empresa diz ter atualmente mais de 130 mil vendedores cadastrados – 24% artesãos, 38% micro-empreendedores individuais (MEIs) e 20% autônomos. As mulheres são a maioria: 85%.
Parte desse público busca mais flexibilidade para conciliar vida profissional e pessoal. O levantamento revelou que entre os empreendedores criativos na plataforma, 80% tem um negócio digital para poder trabalhar com o que gosta, 79% para poder trabalhar de casa, 73% para ter um horário mais flexível, 63% estar mais perto da família e 61% para poder ser o próprio chefe.
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