No primeiro semestre de 2006, o comércio eletrônico brasileiro registrou faturamento de R$ 1,75 bilhão contra R$ 974 milhões dos seis primeiros meses de 2005, um crescimento de 79%. Os números são da e-bit, empresa de pesquisa e marketing online.A previsão da companhia era de R$ 1,5 bilhão para o primeiro semestre de 2006 e de R$ 3,9 bilhões para o ano todo – número que deve ultrapassar os R$ 4 bilhões.Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit, acredita que os principais fatores que impulsionaram as vendas online foram o aumento do número de consumidores que fazem compras pela internet, uma maior freqüência de compra daqueles que já eram assíduos do comércio eletrônico e a aposta no canal eletrônico por grandes empresas como FNAC (que já vendia online, mas não investia pesado no canal) e lojas Pernambucanas (que estreou seu site de vendas em junho).Outro destaque é o aumento da participação de pessoas com menor poder aquisitivo. Em junho de 2001, pessoas com renda familiar até R$ 1 mil representavam 6% das vendas e pessoas com renda familiar entre R$ 1 mil e R$ 3 mil, cerca de 32%. Em 2006, esses percentuais subiram para 8% e 37% respectivamente.
SpaceX, Anthropic e OpenAI estão no radar de Wall Street para possíveis aberturas de capital…
por Eduardo Honorato Falar sobre infraestruturas críticas na Era Digital tem sua própria complexidade dentro…
A adoção de inteligência artificial (IA) nas empresas não depende apenas da disponibilidade de ferramentas.…
A Cohesity anunciou a concessão da Patente Nº 12.619.501 pelo Escritório de Patentes e Marcas…
Diogo Cortiz, professor da PUC-SP e doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, tem…
DJ Sampath chegou aos Estados Unidos há 30 anos com oito dólares no bolso e…