Não faltam perspectivas sobre o futuro da tecnologia e como o ser humano vai interagir com dispositivos. Mas quando tendências são apontadas por empresas que, de fato, nasceram e explodiram ao criar novas formas de consumo de TI, há uma dose a mais de credibilidade.
Curta, no Facebook, a Fan Page do IT Web
Segundo o CEO do Netflix, empresa de streaming de vídeos que revolucionou o consumo digital e convencional de mídias, o futuro dos próximos cinco a dez anos é baseado totalmente em computação pessoal e flexibilização cada vez maior de cloud computing.
Veja abaixo as perspectivas dadas por Reed Hastings ao vice-presidente da Amazon Web Services, Andy Jassy, durante o re:Invent, primeiro grande evento da companhia realizado para parceiros e clientes globais. O encontro ocorreu entre 27 e 29 de novembro em Las Vegas (EUA).
Cloud computing descomplicada: ?Realmente, ainda estamos em um tipo linguagem muito primitiva em cloud computing?, comenta. ?Quando tem que pegar instâncias individuais e unificá-las a duas, três, você sabe que algo sairá escrito errado. Um desenvolvedor não deveria ter de fazer isso?, pondera.
Segundo Hastings, o cenário atual o lembra o início de sua história na computação, quando alocação registrada era um grande negócio e a forma como era feita representada o grande diferencial de desempenho. ?Depois apareceu essa coisa mágica de compiladores. Então, fazendo uma comparação, estamos no estágio anterior aos compliladores?, avalia. Em sua visão, as coisas ficarão muito mais fáceis em computação em nuvem, permitindo ações como o movimento ao vivo de instâncias em grande escala. ?Em pouco tempo a Amazon vai procurar automaticamente e encontrará o melhor tipo de instância para seu perfil de custos, e também vai compactar instâncias. Desta forma, banda larga seccional será muito mais alta, permitindo ganhos tremendos de eficiência. Mas é um enorme desafio técnico também?, ressalta.
Homem-gadget: o crescimento da tecnologia de toque, fazendo com que a computação seja cada vez mais pessoal, permitirá interações totalmente diferentes da que vemos hoje com dispositivos como tablets e smartphones. O conceito de’tecnologia vestível’, ou weareable technology, virá com força. A capacidade de processamento de voz com base em nuvem, segundo o executivo, vai dobrar o conhecimento efetivo em torno da tecnologia. E tudo estará atrelado à nuvem. ?Precisaremos de mais fontes de cloud. Isso trará muitas transformações nos próximos anos. Isso é muito poderoso para desenvolvedores de aplicativos?, finaliza
*A jornalista viajou a Las Vegas a convite da AWS
SpaceX, Anthropic e OpenAI estão no radar de Wall Street para possíveis aberturas de capital…
por Eduardo Honorato Falar sobre infraestruturas críticas na Era Digital tem sua própria complexidade dentro…
A adoção de inteligência artificial (IA) nas empresas não depende apenas da disponibilidade de ferramentas.…
A Cohesity anunciou a concessão da Patente Nº 12.619.501 pelo Escritório de Patentes e Marcas…
Diogo Cortiz, professor da PUC-SP e doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, tem…
DJ Sampath chegou aos Estados Unidos há 30 anos com oito dólares no bolso e…