A Anatel acatou a sugestão das operadoras e vai reduzir o número de áreas de registro (locais autorizados de prestação de serviços) de 500 para 70. Com isso, essas áreas aumentam sua abrangência, ampliando as faixas de ligações locais. A maior justificativa é de facilitar a vida do usuário, que não terá um grande volume de códigos de prestação de serviços de longa distância para lembrar.
Em outro aspecto, a decisão da agência foi diferente do que esperavam as operadoras. A entidade não alterou a regra que determina a discagem de um código também para ligações interurbanas do celular, assim como nos telefones fixos, a partir de 2002. As carriers dizem que a inclusão deste código vai diminuir a receita em 20%.
Para as operadoras da banda A e B, a Anatel manteve a proposta original de conceder uma faixa de 10 MHz na freqüência de 1.9 GHz. As operadoras estavam solicitando 20 MHz.
Quanto ao preço dos serviços, a agência afirmou que eles vão continuar livres, mas ela vai intervir se houver qualquer reclamação ou abuso.
a meta da Anatel é arrecadar R$ 5,8 bilhões com as licitações das bandas C, D e E, o que representa R$ 600 milhões com cada uma das nove licenças.
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