A meta da fabricante de eletrodomésticos é economizar, no mínimo, 50% com as compras de produtos necessários para seu funcionamento, mas que não servem de matéria-prima em seu core-business. Ou seja, dos R$ 25 gastos antes para operacionalizar cada compra desse tipo, a Electrolux quer pagar apenas R$ 12.
Esta economia já está acontecendo, segundo a gerente de e-business da companhia, Márcia Correia Primeau. “Atualmente, 80% do total de fornecimento de material indireto já é realizado por meio do SmartBuy (nome dado à ferramenta de e-procurement da Electrolux)”, afirma Márcia.
Segundo ela, a principal dificuldade para implantar o sistema foi cultural. “Usar papel ainda é uma necessidade para muitas pessoas. Uma informação na tela do computador ainda é algo estranho para alguns funcionários, mas o sistema já está sendo utilizado pela maioria”, diz a executiva.
Outros desafios apontados pela gerente de e-business foram a falta de familiaridade dos empregados com novas tecnologias e a integração da ferramenta SmartBuy com os sistemas da Electrolux. “Do lado dos fornecedores, a aceitação tem sido grande: 45% já adotam o sistema, o que exige apenas a utilização de um browser comum de Internet”, afirma Márcia.
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