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Coronavírus: Xiaomi fecha lojas na China e robôs entregam comida

O 2019-nCoV, conhecido como coronavírus, já causou mais de 130 mortes e o número de infectados gira em torno de 6.000 pessoas. A nova mutação, identificada na cidade de Wuhan, na China, tem causado uma série de ações de outros países para conter sua proliferação.

No Brasil, dois casos vêm sendo acompanhados de perto por autoridades públicas de saúde. Além disso, brasileiros (e estrangeiros do mundo todo) aguardam evacuação do país; companhias aéreas têm cancelado voos e empresas como Facebook barram a ida de funcionários para lá.

Ainda não estão claras as principais causas de contaminação do coronavírus. O que se sabe, até então, é que ele pode ser transmitido por via respiratória entre humanos.

Empresas do país têm alertado seus funcionários para que fiquem em suas casas. O home office, no caso, tem sido uma das soluções para evitar que mais pessoas sejam infectadas.

A partir de hoje (29), a fabricante de smartphones Xiaomi, uma das maiores do mundo, fechará suas lojas. A medida é cabível até 3 de fevereiro, quando as lojas deverão ser reabertas.

Um comunicado emitido pela companhia diz que a medida é necessária para auxiliar na prevenção e controle de epidemias. Serviços de assistência técnica devem ser solicitados por telefone, por exemplo.

No início da semana, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o coronavírus com risco internacional elevado.

Evitar contatos

Uma das recomendações para evitar que o novo vírus se espalhe é evitar contato com pessoas infectadas. Em um hotel de Hangzhou, robôs têm sido utilizados para prestar serviços a pessoas em quarentena.

Portanto, hóspedes têm sido atendidos e realizado pedidos pelo aplicativo WeChat à direção do hotel; a medida vem para reduzir o contato humano e impedir a propagação do coronavírus. O robô, chamado de Little Peanut, tem entregado comida e afins.

As recomendações para evitar a proliferação incluem lavar bem as mãos com água e sabão e não viajar se sentindo doente ou com dificuldades respiratórias.

Com informações de: The New York Times, Business Insider.

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