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Conteúdo Expresso oferece licenciamento de conteúdo online

“A Conteúdo Expresso é a primeira empresa a colocar no mercado brasileiro o conceito de licenciamento. A solução gera para os clientes redução de custo, permite o acesso a um extenso banco de textos, som e imagens e também ajuda a empresa a identificar os assuntos que mais interessam seu público-alvo. Para os fornecedores, proporciona uma forma ágil e rentável de divulgar seus trabalhos”, diz Alvim. Segundo o executivo, já existem 3200 itens de conteúdo à venda. O tamanho padrão dos conteúdos vai até 1,38 megabytes.

A companhia aposta na tendência das empresas preferirem licenciar conteúdos ao invés de organizar e manter equipes próprias. Pelo acesso ao site da empresa, o usuário pode navegar por todos os conteúdos do mercado disponíveis para o licenciamento e selecionar os que lhe interessam. Depois, o próximo passo é verificar o preço e as condições de licenciamento de cada um, cadastrar-se no site e escolher o formato pelo qual deseja receber o conteúdo – XML, HTML, Word etc – e definir a forma de pagamento. Também é possível montar “pacotes de conteúdo”, ou seja, uma combinação de conteúdo jornalístico e de referência, ambos disponíveis para publicações em várias mídias, como online, papel e WAP.

Por enquanto, o público-alvo da Conteúdo Expresso é formado por pessoas jurídicas de pequeno e médio porte que queiram reproduzir conteúdo “em conformidade com a lei dos direitos autorais”. Para a pessoa física, o atrativo não é tão grande, principalmente quando a pesquisa por textos e imagens é para uso pessoal, pois há vários sites com informações gratuitas para consulta disponíveis na Web. “Para a pessoa física, comprar conteúdo geralmente é mais interessante quando ela busca informações exclusivas. No futuro, vamos trabalhar novos conceitos para atender melhor esse público”, diz Alvim.

Os conteúdos provêm de diversas fontes, como grupos editoriais, sites que queiram licenciar conteúdo como forma de ampliar sua receita, pessoas físicas que tenham desenvolvido um trabalho inovador em alguma área específica; jornalistas e qualquer pessoa ou empresa disposta a colocar seu trabalho no mercado. Uma dessas fontes será a editora Abril: apesar de o conteúdo de suas revistas atuais pertencer, na internet, ao UOL, o de revistas que já foram encerradas e do arquivo da editora, o DEDOC, será disponibilizado no Conteúdo Express, conta o executivo. O valor atribuído a cada arquivo é estipulado pela Conteúdo Expresso, com base na experiência editorial da BEI.

A Conteúdo Expresso ganha um percentual sobre a venda desse conteúdo, que varia de 50% a 70%. Segundo seu CEO, a empresa já tem 14 clientes compradores de conteúdo, e mais 6 em processo de negociação.

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