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Consumidor 4.0 demanda uma logística mais preparada

A praticidade do movimento somada ao conforto de receber o produto em mãos têm um valor inestimável para os consumidores de e-commerce. Mas, existe um aspecto nessa prática que ainda pode ser motivo de apreensão: a velocidade da entrega. As pessoas fazem uma compra online hoje e esperam receber os produtos em casa, se possível, em tempo recorde.

E é neste cenário ágil e veloz que a tecnologia surge para atender muito bem aos nichos de mercado que dependem, às vezes, vitalmente da velocidade de entrega, como é o caso da logística no ramo da distribuição de medicamentos, por exemplo. A tecnologia empregada nos processos operacionais de coleta, entrega, transporte e armazenagem dos produtos é o que tem promovido a grande transformação no setor logístico global. E existem muitas tecnologias diversificadas para atender a esta demanda.

Os veículos elétricos são uma opção tecnológica que trazem consigo muitos benefícios adicionais, pois, além de aumentarem a velocidade da entrega, porque desempenham mais velozmente que o diesel, ainda protegem o meio ambiente, sendo uma escolha muito mais sustentável. A internet das coisas (IoT) também aparece como uma opção tecnológica importante e que tem apresentado diversas possibilidades no campo dos veículos sem motorista, por exemplo. Esta tecnologia já está sendo usada amplamente e com muito sucesso para monitorar a saúde do veículo sob aspectos como pressão dos pneus, estabilidade, temperatura e umidade de carga. Isso é extremamente relevante para a logística de perecíveis.

Big data é mais uma inovação tecnológica muito útil no mundo da logística, e vem sendo usado para o acompanhamento em tempo real do status do processo logístico. A inteligência artificial (IA), quando usada junto ao ‘big data’, interpreta os dados e não só prevê com precisão os próximos passos de uma entrega, como ainda constrói um histórico real para planejamentos futuros.

As opções de tecnologias que o seu negócio pode empregar no âmbito logístico são vastas e estão à disposição,  deixar de utilizá-las pode trazer consequências negativas a longo prazo.

*Jean Carlos Pereira é sócio e CTO da Lincros

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